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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Arquivos do Rebechi - Final

Encerrando a divulgação do baú do André Rebechi, hoje publico um registro do período no qual ele esteve fora do cockpit, auxiliando outros pilotos a buscarem suas vitórias. A imagem abaixo é de Interlagos, 1994, prova que foi preliminar do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1. Na pista, André está ao lado do carro #17 de Irineu Camargo, que no ano anterior havia sido o Campeão Brasileiro na Classe B.  
 

Mais uma vez, agradeço ao André por dividir seus arquivos com o blog.

Fonte da imagem: arquivo André Rebechi.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Arquivos do Rebechi

Fórmula 3. Quando escrevi sobre o André Rebechi, lembrei da participação dele na prova de Tarumã, em 1988, com um carro alugado de Pedro Muffato. Pois aí estão dois registros daquela prova com o carro #51.
 
Mais abaixo imagens de 1989, com o carro que foi adquirido da equipe de Cezar Pegoraro e Pedro Grendene e que hoje se encontra no Museu do Automobilismo Brasileiro, em Passo Fundo. 
 





Fonte das imagens: arquivo André Rebechi - fotos Vilsom Barbosa.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Arquivos do Rebechi

Hoje o tema é Fórmula Ford. Nas duas primeiras imagens o pódio de Goiânia, 1986. Vejam a turma. Além do André Rebechi (usando óculos da "última moda"), aparecem Oswaldo Negri Júnior, Djalma Fogaça, José David (vencedor), Jefferson Elias (creio que foi o campeão da temporada) e mais um à direita que não consegui identificar.
 
Mais abaixo dois registros de 1987: Brasília e Foz do Iguaçu.
 




Fonte das imagens: arquivo André Rebechi.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Arquivos do Rebechi

Corrida nos pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul, 1982. André Rebechi foi o campeão.
 


Fonte das imagens: arquivo André Rebechi.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Arquivos do Rebechi

Dia desses falamos do André Rebechi e sobre seu pai, João Antônio. O André fez a gentileza de enviar alguns registros que publicarei ao longo dessa semana.
 
Para começar, aproveitando que o kart está em alta aqui no blog, publicarei três de 1981. Na sequência aparecem provas em Cachoeira do Sul, Tarumã e Passo Fundo. Algumas figurinhas conhecidas também aparecem nos clicks.
 



Fonte das imagens: arquivo André Rebechi - fotos Vilsom Barbosa.

sábado, 1 de junho de 2013

André Rebechi

O último Desafio foi fácil, afinal aqueles pilotos que apareceram na imagem eram figurinhas carimbadas nos kartódromos gaúchos no início dos anos 80. André Rebechi (#77) e Maria Cristina Rosito (#3) protagonizaram grandes duelos, como no Campeonato Gaúcho de Kart de 1983, na Categoria Preparada. A disputa era tanta, que a diferença entre os três primeiros colocados naquele campeonato foi de apenas três pontos. Edemar Stédile foi o campeão com 27 pontos, Rebechi o vice com 26 e Rosito ficou com a terceira posição com 25. Em quarto ficou Gustavo Romanello com 21.

A imagem e os resultados vieram do acervo do próprio André Francisco Rebechi, piloto de destaque na década de 80, com quem tive o prazer de manter contato nos últimos dias. André já apareceu por aqui algumas vezes, mas a partir de agora ele nos trará mais detalhes sobre sua trajetória nas pistas.

Apesar de ser citado como caxiense, André Rebechi, assim como sua família, é originário de Passo Fundo, cidade na qual seu pai, João Antônio Rebechi, iniciou nas competições ainda nos anos 60. João correu em circuitos de rua e depois na Divisão 1 até o final dos anos 70. Depois passou a acompanhar o filho no kart e nas categorias do automobilismo.

O início no kart foi em 1980. Seu primeiro título veio no Campeonato Citadino de Caxias do Sul, em 1982. Em razão desta conquista, recebeu o reconhecimento da imprensa, com o troféu Mérito Esportivo Pioneiro.

Após quatro anos no kart, o caminho natural foi tomado: a então categoria escola do automobilismo brasileiro, a Fórmula Ford. Lá foram mais quatro anos competindo contra as melhores promessas brasileiras da época, como João Alfredo Ferreira, Luiz Carlos da Silveira, Serge Buchrieser, Gil de Ferran, Christian Fittipaldi, Jefferson Elias, Renato Russo, Djalma Fogaça, entre tantos outros.

As dificuldades financeiras foram uma constante na carreira de André. Além de ter de ser mudar para São Paulo, para ficar mais próximo dos circuitos do campeonato, ele teve de colocar a mão na graxa, pois não contava com um grande suporte técnico. Apesar disso, ainda em 1985 conquistou sua primeira pole position, na prova de Guaporé, num grid que dificilmente era inferior a 30 carros. Numa imagem de Interlagos, em 1986, André aparece largando da primeira fila num grid que parecia interminável. Seu talento e determinação não foram suficientes para conseguir grandes resultados, mas conquistaram a imprensa especializada, que o escolheu como revelação nacional daquele ano.

Ao final de 1987, André vendeu seu Fórmula Ford, um chassi Heve, para o caxiense Abramo Mazzochi, que passou a competir na Fórmula Ford regional. O que parecia ser o fim da trajetória de André no automobilismo, marcou uma nova etapa em sua carreira, a de preparador, que foi levada adiante até meados dos anos 2000, período no qual deu assistência a vários pilotos de Caxias do Sul além de Mazzochi, como Alex Avino, os irmãos Klein, José Rossi, Vitor Giovanini, entre outros.

Eis que em meados de 1988 surge a oportunidade de voltar a correr, desta vez na categoria top do automobilismo brasileiro, a Fórmula 3, que era disputada tanto no âmbito nacional quanto sulamericano. Após fazer uma prova em 88, André montou uma equipe apoiada por empresas de Caxias do Sul e tinha na preparação ninguém menos do que Ronaldo Ely. O carro, um Berta/VW tinha sido adquirido da equipe Grendene, que tinha a mão do mago Clóvis de Moraes. André fez todo o Campeonato Brasileiro e ainda correu uma prova em El Pinar, no Uruguai. Ao final de 89, a pilotagem ficaria definitivamente de lado.

Após encerrar as atividades como piloto e preparador, André passou a se dedicar aos negócios da família, até que em 2011 recebeu uma visita da família Giacomello para que ele voltasse aos autódromos, auxiliando na preparação e no desenvolvimento do Marcelo Giacomello na categoria Fórmula 1.6. Desde então é possível encontrá-lo nos boxes dos autódromos, procurando passar toda a sua experiência ao jovem piloto, que por sinal, vem demonstrando uma evolução consistente a cada prova.

Abaixo alguns registros da carreira de André Rebechi em 30 anos de automobilismo. Em breve publicarei mais alguns registros que o André está selecionando para ser enviado.

Agradeço ao Carlos Giacomello que possibilitou o contato e ao próprio André pelas informações.

 
 

 







Fonte das imagens: jornal Esporte Motor, jornal Club Motor, revista Grid, arquivos Paulo Tohmé, Aloísio Adib, fórum Autoracing, arquivo André Rebechi, fotos Fernando Nunes e Tales Maschio, arquivo Carlos Giacomello.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Aproveitando o embalo...

Mais imagens do Serge Buchrieser e do André Rebechi, resgatadas do baú do Blog.

A primeira é da Fórmula Ford, em Interlagos. Acho que pode ser 1986,a confirmar. Contei 34 carros no grid, sendo que no mínimo mais dois não aparecem. Velhos tempos aqueles... Hoje nem uma categoria escola descente o Brasil tem. O Rebechi é o segundo carro a aparecer.

As duas seguintes são de 89 e mostram o carro com o qual o Buchrieser correu boa parte do Campeonato Brasileiro de Marcas. No último final de semana acabei esquecendo de citar essa passagem, lembrei apenas do tempo do Escort.

Aquele campeonato de 89 foi muito disputado. Acompanhei todas as provas pela Revista Autoesporte e as duas que correram em Tarumã eu também estava lá. A partir da terceira etapa em Cascavel o Chevette #1 apareceu com a dupla Buchrieser e Evaldo Quadrado, este último, um expert na pilotagem de Chevettes. O carro andou muito bem, mostrou serviço, mas mesmo sendo o único representante da GM no campeonato depois de anos (a GM tinha se retirado do Marcas em 85, eu acho) a montadora não se manifestou com apoio algum.

Na segunda prova em Tarumã, já no final do campeonato, a pole ficou com o Voyage #6 da dupla Waldir Buneder/Antônio Sartori, mas já na largada o Chevette tomou a ponta e só não venceu porque o carro apresentou problemas que não me lembro exatamente quais eram. Isso também não importa, pois o carro já tinha deixado a marca dele.

Fonte das imagens: Jornal Club Motor, Jornal Zero Hora e arquivo pessoal.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

As Pérolas do Forum Autoracing

De vez em quando faço uma visita ao forum do site Autoracing. Tem muita coisa bacana, colocada por gente que é do ramo. No último final de semana, logo após publicar as imagens do Rebechi e do Buchrieser, acabei encontrando umas imagens feitas por um dos "foristas" durante uma etapa do Brasileiro de Fórmula Ford em Interlagos de 1987. Não me lembro do link, mas cliquem aqui que deve estar em uma dessas páginas, dentro da seção "Teste seus conhecimentos". Entre as várias publicadas achei duas que tem muito a ver com o que falei durante esses dias.




A primeira mostra o André Rebechi no tradicional carro #77, em sua terceira temporada na categoria. O chassi era um Heve que eu sempre achei horrível, mas até que o Rebechi conseguia andar bem com esse carro. O Djalma Fogaça também fez chover com esse chassi em algumas provas até o ano de 1989.

A segunda imagem mostra o Roque Bruxel, piloto e preparador, responsável pelo carro do Buchrieser em 85, ano em que ganhou o campeonato brasileiro. Não duvido que o carro, um chassi Muffatão, seja o mesmo do título de 85. Na ausência de um piloto, o próprio Roque acelerou a barata e obteve um incrível 3º lugar nesta prova em São Paulo. Acho que foi uma das poucas, senão a única participação dele naquele ano. Isso acabou fazendo com que ele somasse bons pontos e fosse o mehor piloto gaúcho ao final do campeonato.

Notem o piloto do carro ao lado. Lembram quem é ele?

sábado, 12 de janeiro de 2008

Jovens Talentos

Aproveitando a lembrança do post anterior sobre kart, publico imagens dos guris do kart #28, André Rebechi e Serge Buchrieser. Ambos participaram do Campeonato Brasileiro de Fórmula Ford no ano de 1985, logo após terem deixado o kart.

Buchrieser conseguiu a façanha de logo no ano de estréia obter o título do Campeonato Brasileiro, com várias vitórias, inclusive na sua corrida de estréia em Goiânia, onde foi o pole-position, liderou de ponta-a-ponta e ainda fez a melhor volta. O grid daquele campeonato tinha quase 40 carros e feras como Amadeu Campos, Djalma Fogaça, Aldo Piedade entre outros. A gauchada participava em peso. Além de Buchrieser e Rebechi, Neco Fornari, Maria Cristina Rosito, Luiz Fernando Cruz, Aroldo Bauermann, João Alfredo Ferreira, Luis Carlos da Silveira, Egon Herzfeldt eram alguns dos nomes que representavam o estado.

Rebechi foi o vice-campeão em 86 e depois partiu para a Fórmula 3 obtendo alguns resultados discretos. Após a F-Ford, Buchrieser ficou afastado do automobilismo por um período, voltando no Campeonato Regional de Turismo, competindo com um Chevette em 89. Ficou na categoria por alguns anos e também participou do Brasileiro de Marcas com um Escort, creio que em 94. Correu também no campeonato inaugural da Copa Corsa aqui no RS.

Alguém sabe por onde andam eles?

A primeira imagem mostra Buchrieser em Interlagos e depois em Tarumã. As duas seguintes são do Rebechi na F-Ford. Depois o mesmo na Fórmula 3 em 89. Fechando com o Chevette da dupla Serge Buchrieser/ Toni Martins no Gaúcho de Marcas em Guaporé nos anos 90.

Fonte das imagens: Revista Quatro Rodas, Revista Auto Esporte, Revista Grid, Revista Esporte Motor, Jornal Esporte Motor.