Fica aqui a a lembrança do blog a esse grande preparador.
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sábado, 26 de julho de 2014
sábado, 30 de abril de 2011
De Léo
A turma não demorou muito a acertar a resposta do último Desafio, cortesia do nosso amigo "Ratão". Era mesmo o José Renato De Léo, piloto de breve passagem pelo automobilismo, mas que deixou seu nome escrito na história ao registrar várias vitórias e dois títulos nas categorias em que competiu.
De acordo com meus poucos registros disponíveis - já que meu acervo foi momentaneamente para o saco - De Léo iniciou sua trajetória em 1982 na Turismo 5000 com seu Maverick #7, inicialmente vermelho e que a partir do ano seguinte recebeu aquela inesquecível configuração aerodinâmica e a cor azul escura, tudo isso obra do competente Vilmar Azevedo. De Léo se deu tão bem com esse carro que conquistou os títulos de 83 e 84, último ano da categoria dos Muscle Cars.
Com o fim da Turismo 5000 muitos pilotos passaram para a Hot Car que tinha em comum a liberdade de trabalho na carroceria dos carros. Vilmar preparou um Passat, mantendo o tradicional número 7 e, ao que sei, De Léo permaneceu até a extinção da categoria, em 1987, já sem aquele desempenho vencedor do período da 5000.
Selecionei algumas imagens em que aparece o #7, primeiro na 5000 e depois na Hot Car.











Se alguém tiver o contato do De Léo ou mais informações sobre ele, me envie que divulgo.
Fonte das imagens: arquivos Bruno Picollo, Paulo Schoenardie, Mário Estivalet, Família Tróglio, Arnaldo Fossá, Carlos Eugênio e algumas fotos de Vilsom Barbosa.
De acordo com meus poucos registros disponíveis - já que meu acervo foi momentaneamente para o saco - De Léo iniciou sua trajetória em 1982 na Turismo 5000 com seu Maverick #7, inicialmente vermelho e que a partir do ano seguinte recebeu aquela inesquecível configuração aerodinâmica e a cor azul escura, tudo isso obra do competente Vilmar Azevedo. De Léo se deu tão bem com esse carro que conquistou os títulos de 83 e 84, último ano da categoria dos Muscle Cars.
Com o fim da Turismo 5000 muitos pilotos passaram para a Hot Car que tinha em comum a liberdade de trabalho na carroceria dos carros. Vilmar preparou um Passat, mantendo o tradicional número 7 e, ao que sei, De Léo permaneceu até a extinção da categoria, em 1987, já sem aquele desempenho vencedor do período da 5000.
Selecionei algumas imagens em que aparece o #7, primeiro na 5000 e depois na Hot Car.











Se alguém tiver o contato do De Léo ou mais informações sobre ele, me envie que divulgo.
Fonte das imagens: arquivos Bruno Picollo, Paulo Schoenardie, Mário Estivalet, Família Tróglio, Arnaldo Fossá, Carlos Eugênio e algumas fotos de Vilsom Barbosa.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Vilmar Competição
Entre tantas personalidades que estiveram presentes na comemoração do aniversário do Tarumã na última segunda, encontrei, já no finalzinho, o Vilmar Azevedo, vitorioso preparador de vários Fuscas nos anos 70, entre tantos outros carros ao longo de vários anos. Difícil reunir todos os carros preparados por ele, mas um dia eu passo na oficina dele para bater um papo e mostrar para vocês tudo o que ele já fez no automobilismo.














Acima ele aparece à esquerda, ao lado do Ibraim Gonçalves.
Fonte das imagens: arquivos Roger Franzen, Fernando Esbroglio, Luiz Gustavo de Oliveira, Paulo Torino, "Nico" Monteiro e arquivo pessoal.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Virabrequim roletado
Ao final de 1969, o #41 do "Nico" Monteiro já era visto como um sério adversário, onde quer que fosse. Vice campeão em sua classe e acumulando várias vitórias, as expectativas para 1970 eram as melhores.
Já acostumado com as provas em Santa Catarina, enquanto aguardava a conclusão do Autódromo de Tarumã, a prova 400 km de Joaçaba foi o primeiro desafio de 1970, no mês de Maio. "Nico" teve o piloto Vlademir Soares, o "Vova", como dupla e o resultado refletiu a força do #41. "Nico" e "Vova" concluíram a prova na primeira colocação no geral. A imagem abaixo mostra o #41 e o #47 da dupla Antônio "Janjão" Freire e Fernando Esbroglio. "Nico" lembra da prova como um "corridão", onde deixaram para trás até os Opalas da Envemo.


Para a tão esperada inauguração do Tarumã, "Nico" inscreveu um protótipo AC com motor Puma 1800 cc com virabrequim roletado feito pelo preparador "Zé" Guedes. O carro participaria da prova principal, junto das feras brasileiras do momento, como o Bino, o Fúria, o Opala #84, entre outros. Nos treinos obteve o sexto tempo na classificação com 1min26s7. O pole position, o Bino de Luiz Pereira Bueno, fizera 1min18s2. "Nico" lembra que ficou entre os ponteiros por bastante tempo. Quando faltavam umas dez voltas para o final o Pedro Victor De Lamare com Opala e Camilo Christófaro com a Carreteira Corvete o ultrapassaram, mas mesmo assim ainda ficou em sexto lugar, sendo o melhor gaúcho classificado.

Aquela foi a única participação do piloto com o AC. Eu pedi a ele para buscar mais informações sobre o carro, devido ao grande interesse que há em saber mais sobre ele, e também para onde foi. Ele ficou de ver o que consegue.
A partir da inauguração do Tarumã, "Nico" correu boa parte das provas longas disputadas no circuito como 500 km e 12 Horas, até o ano de 1975. A imagem abaixo, de 1971, mostra o Fusca #26 bordô do "Bocão" Pegoraro, sendo que este correu numa prova de Estreantes e "Nico", com o mesmo carro, na prova para graduados.

Abaixo dois momentos em 12 Horas, sendo o primeiro em 1971, na chegada do Laço, em meio ao Fusca #62 do Rejany Franzen e do Simca #51 do "Beto" Kuenzer. O segundo é do final da prova de 1972. "Nico" aparece com o primo "Neco" Torres e ambos abraçam o Vilmar Azevedo.


"Nico" também lembra de outros companheiros com os quais pilotou, tais como Cláudio Mello, Nelson Barro, Rejany Franzen, Emílio Boeckel, Fernando Moser, Vilmar Azevedo, Raffaele Rosito, entre outros.
Esse foi um breve resumo da trajetória nas pistas do novo Jurássico. Certamente a história do "Fuca barulhento" foi uma das melhores já registradas aqui. Espero encontrá-lo em breve para ouvir mais algumas.
Valeu, "Nico"!
Fonte das imagens: aquivos Antônio Monteiro, Roger Franzen, Antônio Freire, Cezar Pegoraro e revista Auto Esporte.
Já acostumado com as provas em Santa Catarina, enquanto aguardava a conclusão do Autódromo de Tarumã, a prova 400 km de Joaçaba foi o primeiro desafio de 1970, no mês de Maio. "Nico" teve o piloto Vlademir Soares, o "Vova", como dupla e o resultado refletiu a força do #41. "Nico" e "Vova" concluíram a prova na primeira colocação no geral. A imagem abaixo mostra o #41 e o #47 da dupla Antônio "Janjão" Freire e Fernando Esbroglio. "Nico" lembra da prova como um "corridão", onde deixaram para trás até os Opalas da Envemo.


Para a tão esperada inauguração do Tarumã, "Nico" inscreveu um protótipo AC com motor Puma 1800 cc com virabrequim roletado feito pelo preparador "Zé" Guedes. O carro participaria da prova principal, junto das feras brasileiras do momento, como o Bino, o Fúria, o Opala #84, entre outros. Nos treinos obteve o sexto tempo na classificação com 1min26s7. O pole position, o Bino de Luiz Pereira Bueno, fizera 1min18s2. "Nico" lembra que ficou entre os ponteiros por bastante tempo. Quando faltavam umas dez voltas para o final o Pedro Victor De Lamare com Opala e Camilo Christófaro com a Carreteira Corvete o ultrapassaram, mas mesmo assim ainda ficou em sexto lugar, sendo o melhor gaúcho classificado.

Aquela foi a única participação do piloto com o AC. Eu pedi a ele para buscar mais informações sobre o carro, devido ao grande interesse que há em saber mais sobre ele, e também para onde foi. Ele ficou de ver o que consegue.
A partir da inauguração do Tarumã, "Nico" correu boa parte das provas longas disputadas no circuito como 500 km e 12 Horas, até o ano de 1975. A imagem abaixo, de 1971, mostra o Fusca #26 bordô do "Bocão" Pegoraro, sendo que este correu numa prova de Estreantes e "Nico", com o mesmo carro, na prova para graduados.

Abaixo dois momentos em 12 Horas, sendo o primeiro em 1971, na chegada do Laço, em meio ao Fusca #62 do Rejany Franzen e do Simca #51 do "Beto" Kuenzer. O segundo é do final da prova de 1972. "Nico" aparece com o primo "Neco" Torres e ambos abraçam o Vilmar Azevedo.


"Nico" também lembra de outros companheiros com os quais pilotou, tais como Cláudio Mello, Nelson Barro, Rejany Franzen, Emílio Boeckel, Fernando Moser, Vilmar Azevedo, Raffaele Rosito, entre outros.
Esse foi um breve resumo da trajetória nas pistas do novo Jurássico. Certamente a história do "Fuca barulhento" foi uma das melhores já registradas aqui. Espero encontrá-lo em breve para ouvir mais algumas.
Valeu, "Nico"!
Fonte das imagens: aquivos Antônio Monteiro, Roger Franzen, Antônio Freire, Cezar Pegoraro e revista Auto Esporte.
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