O último Desafio foi realmente bem difícil, até porque a referência que a grande maioria tem de um Simca #15 está relacionada ao grande piloto Luiz Fernando Costa, porém aquele que aparecia na imagem, estava sendo conduzido por Carlos André Kuenzer, pai de dois conhecidos pilotos: Luiz Carlos Kuenzer, o "Chico Bala" e Carlos Alberto Kuenzer, o "Beto" que participava da prova 3 Horas de Estreantes de Rio Grande, em 1968.
Apesar de aparecer ao volante, o vovô Kuenzer não chegou a pilotar, mas incentivou os filhos a competir, já que, pelo que me contou o Gilson, neto dele, os guris já aprontavam bastante nas ruas, inclusive simulando corridas de Le Mans com a Simca, nas ruas do bairro Jardim Lindóia, em Porto Alegre. "Beto" fez sua estreia em 1968 e a primeira vitória veio no ano seguinte, na prova Rodovia Presidente Kennedy, na classe para Estreantes. Ainda em 1969, já competindo como piloto graduado, participou da prova Encosta da Serra obtendo o terceiro lugar em sua categoria.
Na programação da abertura do Tarumã, em Novembro de 1970, obteve a terceira colocação na Classe entre 1601 e 3000 cc com seu Simca, em prova vencida pelo paulista Milton Oliveira com um FNM.
Ainda com a Simca correu na primeira 12 Horas em Tarumã em dupla com Walter Schunck, concluindo na segunda posição na Classe B.
Nas 12 Horas de 1974 competiu com um Chevette, concluindo na sétima posição no Geral e quarto na classe, em dupla com Hugo da Silva.
Na Divisão 1, em 1975 competiu com um Maverick contra outros grandes pilotos como Roberto Schmitz, Marino Schunck, Ernani Debacco, Antônio Miguel Fornari, Rommel Pretto, José Bammann, Brasílio Terra. Naquele ano, nas 12 Horas de Tarumã, competiu com seu Maverick ao lado de Fernando Moser. Concluiram a prova na 11ª posição (oitavo na Classe C).
Não tenho informações sobre a participação do "Beto" após a sua passagem pela Divisão 1, entretanto continuou nos autódromos, sempre ao lado do irmão mais jovem, e não menos talentoso, "Chico Bala".
Abaixo registro também enviado pelo Gilson, mostrando o "Beto" na prova preliminar dos 500 km de Tarumã em 1975. Para não deixar a turma com saudades, seguem também algumas do "Chico" em ação.
Valeu, Gilson!
Fonte das imagens: arquivo Gilson Kuenzer.
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sábado, 3 de agosto de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
6 Horas de Tarumã, 1974
Mais três registros da participação do João Garavello, na prova 6 Horas de Tarumã de 1974, quando correu em dupla com Inocêncio Perez. É possível identificar outros carros conhecidos.
Fonte das imagens: arquivo João Garavello.
sábado, 6 de julho de 2013
Chevetteiro de carteirinha
Gostaram daquela atravessada do Opalão na saída do Tala Larga do último Desafio? Pois o meu amigo Paulo Schutz quase acertou mais uma. Na verdade, posso dizer que ele acertou metade da resposta. Ele mencionou o Inocêncio Gusmão Perez como sendo o piloto em ação. Era o Opala dele, porém naquele momento quem estava ao volante era seu parceiro de pilotagem que será revelado a seguir.
A publicação da imagem do último Desafio teve um propósito especial e me foi encomendada pelos filhos do então piloto, que neste domingo (7/7) completa 60 anos de idade. Para variar, o aniversário será comemorado no autódromo, no Velopark, já que os guris estão seguindo a paixão do pai e estarão em ação na prova da Classic a bordo de um Chevette que leva um número conhecido, o #38.
Aquela prova com o Opala, disputada em parceria com o Inocêncio Perez, foi nas 6 Horas de Tarumã, em 1976, prova que já foi relatada aqui e que viu uma quebradeira geral dos participantes. Na vitória do Maverick #40 da dupla Roberto "Pareci" e Ricardo Baldino, o Opala #74 obteve a quinta colocação em sua classe.
Pelo que me contaram os guris, Garavello iniciou sua trajetória nas pistas em 1974, competindo com um - adivinhem - Chevette em uma prova para Estreantes. Foram duas provas naquele ano e uma vitória. Por conta do excelente resultado, no ano seguinte decidiu cursar a Escola de Pilotagem do grande Mestre Cláudio Mueller, tendo aulas práticas nos famosos Fórmula Vê que tantos pilotos formaram naquela década. Após algumas intervenções na Divisão 1, ficou um período fora das pistas, voltando em 1981 para competir na Turismo Especial Gaúcho, antiga Divisão 3, com um Fusca. Sua passagem por esta categoria foi breve, ficando ausente até 1985, quando retornou em definitivo para fazer dupla com o amigo Ronaldo Nique no Chevette #53 no recem criado Campeonato Regional de Turismo.
Garavello competiu no Regional de Turismo - considerado o melhor campeonato de turismo do Brasil naquela época - por vários anos, sempre com Chevette e fazendo parcerias com pilotos como Alcir Machado, Gilberto Bandeira, João Sant'Anna, além do já citado Ronaldo Nique, entre outros.
Neste período, participou de algumas 12 Horas, tendo alcançado o melhor resultado em 1988, quando fazendo um trio com Alcir Machado e Gilberto Bandeira, obteve o 9º lugar na classificação geral.
A partir de 1990, com a mudança do nome do campeonato para Gaúcho de Marcas e com a criação da Copa Chevette, obteve seus melhores resultados, como a vitória na Copa Chevette nos 500 km de Tarumã de 1991, em parceria com Ronaldo Nique e Moisés de Deus no Chevette #30. Ainda em parceria com Nique, com a participação de Alcir Machado, obteve seu melhor resultado em 12 Horas. Foi em 1993, quando concluíram a prova na 5ª colocação no geral e 3º no Marcas.
A partir daí as participações de João Garavello nas pistas ficaram concentradas nas provas longas como as tradicionais 12 Horas de Tarumã. Sempre com Chevette, é claro. Até 2008, último ano em que competiu, teve como parceiros Ronaldo Nique, Itajara Xavier, Wagner dos Santos e Eduardo Dias Jaime.
Abaixo publico algumas imagens de sua trajetória nas pistas. Ao longo da semana tentarei publicar outras tantas enviadas pelos guris, numa forma de homenagear este simpático piloto, que, assim como disseram o Henrique e o Maurício, ainda nutre uma paixão juvenil pelo esporte, ajudando há muito anos a engrossar a fileira de carros que rasgam as retas dos autódromos do nosso estado.
A publicação da imagem do último Desafio teve um propósito especial e me foi encomendada pelos filhos do então piloto, que neste domingo (7/7) completa 60 anos de idade. Para variar, o aniversário será comemorado no autódromo, no Velopark, já que os guris estão seguindo a paixão do pai e estarão em ação na prova da Classic a bordo de um Chevette que leva um número conhecido, o #38.
Ficou mais fácil agora? Pois bem, estamos falando do João Carlos Garavello Oliveira, que apesar de já não acelerar nas pistas com a frequência de antigamente, vem apoiando os filhos Maurício e Henrique na participação destes na Copa Classic, contando ainda com o suporte de um velho conhecido, o competente preparador Derli Stefani, ou simplesmente "Diko".
Aquela prova com o Opala, disputada em parceria com o Inocêncio Perez, foi nas 6 Horas de Tarumã, em 1976, prova que já foi relatada aqui e que viu uma quebradeira geral dos participantes. Na vitória do Maverick #40 da dupla Roberto "Pareci" e Ricardo Baldino, o Opala #74 obteve a quinta colocação em sua classe.
Pelo que me contaram os guris, Garavello iniciou sua trajetória nas pistas em 1974, competindo com um - adivinhem - Chevette em uma prova para Estreantes. Foram duas provas naquele ano e uma vitória. Por conta do excelente resultado, no ano seguinte decidiu cursar a Escola de Pilotagem do grande Mestre Cláudio Mueller, tendo aulas práticas nos famosos Fórmula Vê que tantos pilotos formaram naquela década. Após algumas intervenções na Divisão 1, ficou um período fora das pistas, voltando em 1981 para competir na Turismo Especial Gaúcho, antiga Divisão 3, com um Fusca. Sua passagem por esta categoria foi breve, ficando ausente até 1985, quando retornou em definitivo para fazer dupla com o amigo Ronaldo Nique no Chevette #53 no recem criado Campeonato Regional de Turismo.
Garavello competiu no Regional de Turismo - considerado o melhor campeonato de turismo do Brasil naquela época - por vários anos, sempre com Chevette e fazendo parcerias com pilotos como Alcir Machado, Gilberto Bandeira, João Sant'Anna, além do já citado Ronaldo Nique, entre outros.
Neste período, participou de algumas 12 Horas, tendo alcançado o melhor resultado em 1988, quando fazendo um trio com Alcir Machado e Gilberto Bandeira, obteve o 9º lugar na classificação geral.
A partir de 1990, com a mudança do nome do campeonato para Gaúcho de Marcas e com a criação da Copa Chevette, obteve seus melhores resultados, como a vitória na Copa Chevette nos 500 km de Tarumã de 1991, em parceria com Ronaldo Nique e Moisés de Deus no Chevette #30. Ainda em parceria com Nique, com a participação de Alcir Machado, obteve seu melhor resultado em 12 Horas. Foi em 1993, quando concluíram a prova na 5ª colocação no geral e 3º no Marcas.
A partir daí as participações de João Garavello nas pistas ficaram concentradas nas provas longas como as tradicionais 12 Horas de Tarumã. Sempre com Chevette, é claro. Até 2008, último ano em que competiu, teve como parceiros Ronaldo Nique, Itajara Xavier, Wagner dos Santos e Eduardo Dias Jaime.
Abaixo publico algumas imagens de sua trajetória nas pistas. Ao longo da semana tentarei publicar outras tantas enviadas pelos guris, numa forma de homenagear este simpático piloto, que, assim como disseram o Henrique e o Maurício, ainda nutre uma paixão juvenil pelo esporte, ajudando há muito anos a engrossar a fileira de carros que rasgam as retas dos autódromos do nosso estado.
A primeira prova na categoria Estreantes, em 1974
Durante disputa das 6 Horas de Tarumã de 1976
O único não Chevrolet da carreira, durante sua participação na TEG
Com Ronaldo Nique no Regional de Turismo de 1985
9º colocado nas 12 Horas de Tarumã de 1988, com Alcir Machado e Gilberto Bandeira
5º colocado nas 12 Horas de Tarumã de 1993, com Ronaldo Nique e Alcir Machado
Em sua última 12 Horas competindo com o Chevette de Wagner dos Santos
Valeu, gurizada! Valeu, Garavello!
Fonte das imagens: arquivo João Garavello.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Ernani Debacco
Dia desses descobri o Blog do Ford Maverick e uma postagem sobre o Maverick #88 que pertenceu ao piloto de Santo Ângelo, Ernani Nei Debacco.
O Maurício de Andrade disse que certo dia acabou fazendo uma visita na casa da família Marx (Arlindo e Luciano) e que no meio da conversa apareceram algumas fotos de época. Como o Maurício é fã do carrão, acabou registrando alguns clicks do #88 em ação, durante a temporada de 1975. Se não estou enganado, este carro teve a preparação de Arlindo Marx.
1975 foi um ano bastante movimentado na Divisão 1 e os Mavericks fizeram sucesso, duelando com os Opalas na Classe C. Entre os concorrentes daquele ano, estavam Marino Schunck, Júlio Tedesco, Antônio Alceu Ribeiro, Rommel Pretto e José Francisco Bammann, todos com Opalas e Roberto Schmitz, Antônio Fornari, Arlindo Schunck Filho, Edeny Peres Rocha, Carlos Kuenzer, Brasílio Terra, com Mavericks.
Tentei encontrar quem foi o campeão da temporada, mas não tive sucesso. Sei apenas que Debacco acabou sendo o vice-campeão.
Pouco sei sobre a história de Ernani Debacco nas pistas. Por outro lado, fora delas, a história é triste. Ao que consta, poucos meses após sagrar-se vice-campeão, foi morto pelo próprio pai.
Abaixo uma imagem mostrando Ernani e seu V8 nos boxes de Tarumã em 1975. Ao longo da semana publicarei mais alguns registros do Maverick em ação.
Fonte da imagem: arquivo família Marx - Blog do Ford Maverick.
O Maurício de Andrade disse que certo dia acabou fazendo uma visita na casa da família Marx (Arlindo e Luciano) e que no meio da conversa apareceram algumas fotos de época. Como o Maurício é fã do carrão, acabou registrando alguns clicks do #88 em ação, durante a temporada de 1975. Se não estou enganado, este carro teve a preparação de Arlindo Marx.
1975 foi um ano bastante movimentado na Divisão 1 e os Mavericks fizeram sucesso, duelando com os Opalas na Classe C. Entre os concorrentes daquele ano, estavam Marino Schunck, Júlio Tedesco, Antônio Alceu Ribeiro, Rommel Pretto e José Francisco Bammann, todos com Opalas e Roberto Schmitz, Antônio Fornari, Arlindo Schunck Filho, Edeny Peres Rocha, Carlos Kuenzer, Brasílio Terra, com Mavericks.
Tentei encontrar quem foi o campeão da temporada, mas não tive sucesso. Sei apenas que Debacco acabou sendo o vice-campeão.
Pouco sei sobre a história de Ernani Debacco nas pistas. Por outro lado, fora delas, a história é triste. Ao que consta, poucos meses após sagrar-se vice-campeão, foi morto pelo próprio pai.
Abaixo uma imagem mostrando Ernani e seu V8 nos boxes de Tarumã em 1975. Ao longo da semana publicarei mais alguns registros do Maverick em ação.
Fonte da imagem: arquivo família Marx - Blog do Ford Maverick.
sábado, 7 de janeiro de 2012
A primeira da Divisão 1 em Tarumã
O dia 30 de Setembro de 1973 foi muito aguardado pelos amantes da velocidade no Rio Grande do Sul. A primeira apresentação da Divisão 1 em Tarumã trouxe muitas atrações, como o duelo entre o Ford Maverick V8 (4950 cc) e o Opala 250S (4098 cc), os duelos nas categorias menores com Chevette, Brasília, Fusca, Corcel, Polara, etc e a expectativa em relação à possibilidade de vitória de Clóvis de Moraes, que poucas semanas antes havia conquistado a vitória nas 25 Horas de Interlagos a convite da dupla Bird e Nilson Clemente.
Para a prova gaúcha, denominada 6 Horas de Tarumã - resposta do último Desafio, Bird, além de Clóvis, teria Ismael Chaves Barcellos na pilotagem do Maverick verde e amarelo. Outra força local na classe de maior cilindrada era o Opala de Pedro Carneiro Pereira e José Asmuz.
O Maverick do trio Bird/Clóvis/Ismael, como era esperado, liderou parte da prova, mas acabou tendo problemas, sendo ultrapassado por outro Maverick, o da Hollywood, pilotado por Luiz Pereira Bueno e José Renato Catapani, fazendo assim a dobradinha da Ford. O melhor Opala foi o de Asmuz e "Pedrinho", que concluía sua última prova antes de seu acidente fatal, dias depois.
Abaixo alguns registros da prova mostrando também os vencedores das Classes A, Victor Steyer, Cláudio Mueller e Luigi Smaldido, com Chevette (foto do pódio), o segundo na A, Luiz Gustavo Tarragô de Oliveira, Luiz Carlos Ribas e Vandernei Simões (Corcel #14), os vencedores na B, Breno Job Freire, Jorge Truda e Paulo Nienaber (Dodge #71), além dos Opalas #7 de Jan Balder e Bob Sharp (5º na Classe) e o #22 de "Pedrinho" e Asmuz.





Fonte das imagens: arquivos Luiz Oliveira, Roberto Freire e Enciclopédia do Automóvel.
Para a prova gaúcha, denominada 6 Horas de Tarumã - resposta do último Desafio, Bird, além de Clóvis, teria Ismael Chaves Barcellos na pilotagem do Maverick verde e amarelo. Outra força local na classe de maior cilindrada era o Opala de Pedro Carneiro Pereira e José Asmuz.
O Maverick do trio Bird/Clóvis/Ismael, como era esperado, liderou parte da prova, mas acabou tendo problemas, sendo ultrapassado por outro Maverick, o da Hollywood, pilotado por Luiz Pereira Bueno e José Renato Catapani, fazendo assim a dobradinha da Ford. O melhor Opala foi o de Asmuz e "Pedrinho", que concluía sua última prova antes de seu acidente fatal, dias depois.
Abaixo alguns registros da prova mostrando também os vencedores das Classes A, Victor Steyer, Cláudio Mueller e Luigi Smaldido, com Chevette (foto do pódio), o segundo na A, Luiz Gustavo Tarragô de Oliveira, Luiz Carlos Ribas e Vandernei Simões (Corcel #14), os vencedores na B, Breno Job Freire, Jorge Truda e Paulo Nienaber (Dodge #71), além dos Opalas #7 de Jan Balder e Bob Sharp (5º na Classe) e o #22 de "Pedrinho" e Asmuz.





Fonte das imagens: arquivos Luiz Oliveira, Roberto Freire e Enciclopédia do Automóvel.
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sábado, 20 de agosto de 2011
Itacir Gasparotto
O meu amigo Paulo Rotta foi certeiro no palpite do último Desafio. Era mesmo o Itacir Gasparotto, em Guaporé, 1983. Alguns ficaram na dúvida ao ver um Fiat 147 correndo junto, mas tratava-se de uma prova do Gaúcho de Marcas, categoria que reuniu os Fiats e os Chevettes em uma mesma disputa. Naquele ano, quem levou a melhor na geral foram os Fiats, com o título do Evaldo Quadrado. Para constar, o Fiat azul que vinha atrás do Gasparotto era o do Luiz Ernani Mello.
Pois bem, quem me enviou o retrato foi o filho do piloto do Chevette, o meu amigo super gente fina Giancarlo Gasparotto. Tudo começou quando dia desses ele foi "dar uma geral" na garagem e achou algumas coisas legais. As coisas legais eram várias fotos da família em ação. Tem dele no kart, do pai com o Chevette, dos tios e por aí vai. Hoje e nos próximos dias tudo isso vai aparecer por aqui.
O Itacir começou a correr em 1974 na categoria Estreantes e Novatos com um Chevette #18. Para quem não lembra, o Gian hoje anda com um igualzinho na rua, fazendo a alegria da gurizada. Abaixo há uma foto mostrando o #18 seguido do #56 do Rommel Pretto e mais um, o Alcides Gasparotto. Pois bem, o Gian lembra de uma história curiosa sobre aquela prova: "Seis Chevettes de Encantado alinharam para a largada. Todos preparados pelo Alcides "Chide" Gasparotto. Terminaram todos nas seis primeiras posições... mas terminaram todos desclassificados. O "Chide" trocou os venturis dos carburadores originais por outros de bronze devidamente "arrombados", porém fora do regulamento. Parece que a turma de Encantado não lia direito o regulamento ou era bem malandrinha...hehehe."
Abaixo um registro de 1975, com Itacir puxando a fila dos Chevettes Divisão 1. Atrás dele aparece o Walter Soldan, mais atrás o Ricardo Baldino, entre outros. Neste mesmo ano, participou das 12 Horas de Tarumã com este carro, ao lado de "Chide" e de Sady Abê. Largando da 30ª posição, entre 35 participantes, concluiu na 13ª no geral e 4ª na categoria A. Eles lideravam na categoria (vencida pelo Passat de Attila Sipos, Luis Paternostro e Roberto Sávio), quando tiveram a suspensão do Chevette quebrada.
Após uma interrupção, Itacir voltava às pistas em 1982, na Copa Chevette, dividindo a pista com nomes como João Carlos de Andrade, Ronaldo Nique, Henrique Damo, entre outros. Naquele ano correu com o seu Chevette em dupla com João Alfredo Ferreira na tradicional prova 500 km de Tarumã. Obtiveram a 10ª posição no geral e a 4ª na categoria Chevette.
1983 foi o último ano de Itacir nas pistas. Um novíssimo Chevette foi preparado para competir na Copa Chevette - que entrava em seu último ano - e também no recem chegado Gaúcho de Marcas. A primeira imagem abaixo mostra o Chevette #56 alinhado para a prova 500 km de Tarumã, quando Itacir (escorado na porta) correu em dupla com Rommel Pretto (ao volante). As seguintes são do dia 4 de Dezembro em Guaporé, que marcou a despedida dele das competições.
Ainda tenho o material do kart do Gian para publicar. Farei isso em breve.
Valeu, Gian!
Fonte das imagens: arquivo Família Gasparotto - fotos Vilsom Barbosa.
Pois bem, quem me enviou o retrato foi o filho do piloto do Chevette, o meu amigo super gente fina Giancarlo Gasparotto. Tudo começou quando dia desses ele foi "dar uma geral" na garagem e achou algumas coisas legais. As coisas legais eram várias fotos da família em ação. Tem dele no kart, do pai com o Chevette, dos tios e por aí vai. Hoje e nos próximos dias tudo isso vai aparecer por aqui.
O Itacir começou a correr em 1974 na categoria Estreantes e Novatos com um Chevette #18. Para quem não lembra, o Gian hoje anda com um igualzinho na rua, fazendo a alegria da gurizada. Abaixo há uma foto mostrando o #18 seguido do #56 do Rommel Pretto e mais um, o Alcides Gasparotto. Pois bem, o Gian lembra de uma história curiosa sobre aquela prova: "Seis Chevettes de Encantado alinharam para a largada. Todos preparados pelo Alcides "Chide" Gasparotto. Terminaram todos nas seis primeiras posições... mas terminaram todos desclassificados. O "Chide" trocou os venturis dos carburadores originais por outros de bronze devidamente "arrombados", porém fora do regulamento. Parece que a turma de Encantado não lia direito o regulamento ou era bem malandrinha...hehehe."
Abaixo um registro de 1975, com Itacir puxando a fila dos Chevettes Divisão 1. Atrás dele aparece o Walter Soldan, mais atrás o Ricardo Baldino, entre outros. Neste mesmo ano, participou das 12 Horas de Tarumã com este carro, ao lado de "Chide" e de Sady Abê. Largando da 30ª posição, entre 35 participantes, concluiu na 13ª no geral e 4ª na categoria A. Eles lideravam na categoria (vencida pelo Passat de Attila Sipos, Luis Paternostro e Roberto Sávio), quando tiveram a suspensão do Chevette quebrada.
Após uma interrupção, Itacir voltava às pistas em 1982, na Copa Chevette, dividindo a pista com nomes como João Carlos de Andrade, Ronaldo Nique, Henrique Damo, entre outros. Naquele ano correu com o seu Chevette em dupla com João Alfredo Ferreira na tradicional prova 500 km de Tarumã. Obtiveram a 10ª posição no geral e a 4ª na categoria Chevette.
1983 foi o último ano de Itacir nas pistas. Um novíssimo Chevette foi preparado para competir na Copa Chevette - que entrava em seu último ano - e também no recem chegado Gaúcho de Marcas. A primeira imagem abaixo mostra o Chevette #56 alinhado para a prova 500 km de Tarumã, quando Itacir (escorado na porta) correu em dupla com Rommel Pretto (ao volante). As seguintes são do dia 4 de Dezembro em Guaporé, que marcou a despedida dele das competições.
Ainda tenho o material do kart do Gian para publicar. Farei isso em breve.
Valeu, Gian!
Fonte das imagens: arquivo Família Gasparotto - fotos Vilsom Barbosa.
sábado, 25 de junho de 2011
Victor Steyer
O último Desafio foi mesmo difícil. Não haviam pistas suficientes para indicar que naquele Gol vermelho estava um dos maiores pilotos gaúchos de todos os tempos: Victor Steyer.
Steyer fora convidado para fazer dupla com Sérgio Louzão no Gol #17, já que o piloto Djalma Fogaça não pode comparecer para disputar aquela que foi a etapa de Tarumã do Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos de 1985. Victor iniciou a prova, que teve 500 km de duração. Largando da 21ª posição, conseguiu subir rapidamente na tabela, chegando até a 9ª posição quando o carro apresentou problemas de motor, sendo obrigado a abandonar.
Desde que me conheço por gente via o Steyer correr, sempre nos carros de turismo. Sempre o admirei por sua técnica e tranquilidade ao volante, características que se traduziam em excelentes resultados nas pistas. Há cerca de dois anos, tive a chance de conhecê-lo melhor, durante os encontros dos Jurássicos, grupo do qual ele também é integrante.
E foi assim que propus a ele para contar um pouco de sua trajetória nas pistas aqui no blog. Começando pelo começo, hoje voltamos ao início dos anos 70. Com vocês, Victor Steyer.
"Sobre a minha trajetória nas pistas te confesso que não tenho muito a declarar. Foi um período curto de participações em corridas!!! Não tenho, a exemplo do Cláudio Mueller, grandes feitos, já que participei muito pouco comparando com outros Jurássicos. O início foi em 1971 na escola de pilotagem de Pedro Victor De Lamare. Meu instrutor na época foi o Edgard Mello Filho (que ainda hoje fala e escreve sobre automobilismo). Logo a seguir a escola foi vendida para o Cláudio Mueller onde me inscrevi novamente! Logo após o término do curso, o Cláudio me convidou para ser instrutor da escola onde fiquei por aproximadamente sete anos. Minha estreia nas corridas foi nas 12 Horas de 1972 com Arnaldo Fossá. Chegamos em sexto lugar na geral.
Como havia perdido o Pai em 1969, minha Mãe não dispunha de recursos para bancar minhas corridas iniciais, então a forma que encontrei foi de me oferecer somente para correr em provas de longa duração. Assim corri sem nenhum compromisso de participar de campeonatos!! Isoladamente também participava de algumas provas. Provas de Fórmula Vê, organizadas pela escola de pilotagem, participei em três oportunidades e no torneio fiquei em terceiro lugar. Participei também de uma prova de Fórmula Ford com o carro reserva do Cláudio Mueller (um Titan inglês),carro que participou nas primeiras provas com o Leonel Friedrich e, se não me engano, também com o Fernando Esbroglio. Quanto ao resultado, o carro quebrou na primeira bateria e peguei peças emprestadas do saudoso Gastão Werlang (na época piloto da Varig)que me permitiram participar da segunda bateria e tirar o sexto lugar. Tive mais duas oportunidades de correr com Fórmula Ford, uma vez em Goiânia e outra em Guaporé. Os donos dos carros me pediam para largar e receber o prêmio de largada!!! E eu, fominha como era, me sujeitava a tal empreitada...hehe. Obviamente o carro nunca tinha gasolina para ir até o fim...
As provas da antiga Divisão 3 foram as mais interessantes no meu aprendizado. Participei de uma prova da Divisão 1 (o primeiro Chevette a participar em corridas e vitorioso). Vitória nas 6 Horas de Tarumã de 1973 em dupla com Cláudio Mueller. Dai em diante foram os 500 km de Tarumã com Bruno D'Almeida (quarto lugar em 1974) e as 6 Horas de Tarumã em 1975 com Bernardo Kokemper no Volkswagem da Gaúcha Car. Batemos o record de volta da categoria, chegamos a liderar a corrida, mas com problemas no carro chegamos apenas em quinto lugar.
Eis que encerrei a minha curta carreira no automobilismo em 1975!!! Casado e com três filhos vindo logo a seguir, somente participei de uma prova da Divisão 3 em 1979 no autódromo de Guaporé. Novamente sem recursos e com família numerosa para cuidar, me afastei e voltei em 1981 para participar dos 1.000 km de Brasília juntamente com o Beto Ody e o Cláudio Ely. Com um Corcel II chegamos em segundo na categoria e 11º na geral!!! Lembro que muitos pilotos da Stock Car (com Opalas) participaram desta prova. Foi um belo aprendizado!!!
Bom, dai para frente realmente poderemos dizer que comecei a correr de automóvel!!! Até então corridas isoladas feitas com poucos recursos e sem carro próprio. Mas, como diziam na época (sou suspeito em falar), sempre que alguma oportunidade surgia conseguia ser muito rápido e comecei a ser notado!!!"
Continuaremos com essa história em breve.
Abaixo alguns poucos registros dos primeiros anos de Steyer nas pistas. O primeiro é da vitória nas 6 Horas de Tarumã em 73. Na sequência o Fusca #16 com o qual correu com Bruno D'Almeida nos 500 km de 74 e por fim o trio Ody, Ely e Steyer com o Corcel II dos 1000 km de Brasília de 80.



Fonte das imagens: arquivos Luiz Gustavo Tarragô de Oliveira, Joel Echel e Marcelo Vieira.
Steyer fora convidado para fazer dupla com Sérgio Louzão no Gol #17, já que o piloto Djalma Fogaça não pode comparecer para disputar aquela que foi a etapa de Tarumã do Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos de 1985. Victor iniciou a prova, que teve 500 km de duração. Largando da 21ª posição, conseguiu subir rapidamente na tabela, chegando até a 9ª posição quando o carro apresentou problemas de motor, sendo obrigado a abandonar.
Desde que me conheço por gente via o Steyer correr, sempre nos carros de turismo. Sempre o admirei por sua técnica e tranquilidade ao volante, características que se traduziam em excelentes resultados nas pistas. Há cerca de dois anos, tive a chance de conhecê-lo melhor, durante os encontros dos Jurássicos, grupo do qual ele também é integrante.
E foi assim que propus a ele para contar um pouco de sua trajetória nas pistas aqui no blog. Começando pelo começo, hoje voltamos ao início dos anos 70. Com vocês, Victor Steyer.
"Sobre a minha trajetória nas pistas te confesso que não tenho muito a declarar. Foi um período curto de participações em corridas!!! Não tenho, a exemplo do Cláudio Mueller, grandes feitos, já que participei muito pouco comparando com outros Jurássicos. O início foi em 1971 na escola de pilotagem de Pedro Victor De Lamare. Meu instrutor na época foi o Edgard Mello Filho (que ainda hoje fala e escreve sobre automobilismo). Logo a seguir a escola foi vendida para o Cláudio Mueller onde me inscrevi novamente! Logo após o término do curso, o Cláudio me convidou para ser instrutor da escola onde fiquei por aproximadamente sete anos. Minha estreia nas corridas foi nas 12 Horas de 1972 com Arnaldo Fossá. Chegamos em sexto lugar na geral.
Como havia perdido o Pai em 1969, minha Mãe não dispunha de recursos para bancar minhas corridas iniciais, então a forma que encontrei foi de me oferecer somente para correr em provas de longa duração. Assim corri sem nenhum compromisso de participar de campeonatos!! Isoladamente também participava de algumas provas. Provas de Fórmula Vê, organizadas pela escola de pilotagem, participei em três oportunidades e no torneio fiquei em terceiro lugar. Participei também de uma prova de Fórmula Ford com o carro reserva do Cláudio Mueller (um Titan inglês),carro que participou nas primeiras provas com o Leonel Friedrich e, se não me engano, também com o Fernando Esbroglio. Quanto ao resultado, o carro quebrou na primeira bateria e peguei peças emprestadas do saudoso Gastão Werlang (na época piloto da Varig)que me permitiram participar da segunda bateria e tirar o sexto lugar. Tive mais duas oportunidades de correr com Fórmula Ford, uma vez em Goiânia e outra em Guaporé. Os donos dos carros me pediam para largar e receber o prêmio de largada!!! E eu, fominha como era, me sujeitava a tal empreitada...hehe. Obviamente o carro nunca tinha gasolina para ir até o fim...
As provas da antiga Divisão 3 foram as mais interessantes no meu aprendizado. Participei de uma prova da Divisão 1 (o primeiro Chevette a participar em corridas e vitorioso). Vitória nas 6 Horas de Tarumã de 1973 em dupla com Cláudio Mueller. Dai em diante foram os 500 km de Tarumã com Bruno D'Almeida (quarto lugar em 1974) e as 6 Horas de Tarumã em 1975 com Bernardo Kokemper no Volkswagem da Gaúcha Car. Batemos o record de volta da categoria, chegamos a liderar a corrida, mas com problemas no carro chegamos apenas em quinto lugar.
Eis que encerrei a minha curta carreira no automobilismo em 1975!!! Casado e com três filhos vindo logo a seguir, somente participei de uma prova da Divisão 3 em 1979 no autódromo de Guaporé. Novamente sem recursos e com família numerosa para cuidar, me afastei e voltei em 1981 para participar dos 1.000 km de Brasília juntamente com o Beto Ody e o Cláudio Ely. Com um Corcel II chegamos em segundo na categoria e 11º na geral!!! Lembro que muitos pilotos da Stock Car (com Opalas) participaram desta prova. Foi um belo aprendizado!!!
Bom, dai para frente realmente poderemos dizer que comecei a correr de automóvel!!! Até então corridas isoladas feitas com poucos recursos e sem carro próprio. Mas, como diziam na época (sou suspeito em falar), sempre que alguma oportunidade surgia conseguia ser muito rápido e comecei a ser notado!!!"
Continuaremos com essa história em breve.
Abaixo alguns poucos registros dos primeiros anos de Steyer nas pistas. O primeiro é da vitória nas 6 Horas de Tarumã em 73. Na sequência o Fusca #16 com o qual correu com Bruno D'Almeida nos 500 km de 74 e por fim o trio Ody, Ely e Steyer com o Corcel II dos 1000 km de Brasília de 80.



Fonte das imagens: arquivos Luiz Gustavo Tarragô de Oliveira, Joel Echel e Marcelo Vieira.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Reconhecimento e gratidão
Mais algumas imagens enviadas pelo Carlos Alberto Petry.
A primeira é da final do Campeonato Gaúcho de Divisão 1, na qual Petry foi o vencedor da Classe A para veículos até 1600 cc. Mais abaixo aparece uma disputa entre ele (esquerda) e seu amigo Cezar Augusto Duarte Ramos (direita), de Caxias do Sul. Petry lembra que o Cezar correu na inauguração do Tarumã com uma Simca Esplanada vermelha que era do pai dele. Por fim, o Fiat 147 #1 de 1978 durante a primeira etapa da categoria, disputada em Guaporé.



Antes de encerrar vai uma homenagem a ele. Por ocasião da confraternização de final de ano na oficina dos Hoerlle, realizada em Dezembro último, encontrei esse diploma que fora entregue ao "Beto", após conquista do título de Campeão Gaúcho de Automobilismo na Divisão 1, Classe A. "Beto" dedicou o título ao preparador Ivan Hoerlle, que o mantém exposto em sua oficina até os dias de hoje.

Fonte das imagens: arquivo Carlos Alberto Petry e arquivo pessoal.
A primeira é da final do Campeonato Gaúcho de Divisão 1, na qual Petry foi o vencedor da Classe A para veículos até 1600 cc. Mais abaixo aparece uma disputa entre ele (esquerda) e seu amigo Cezar Augusto Duarte Ramos (direita), de Caxias do Sul. Petry lembra que o Cezar correu na inauguração do Tarumã com uma Simca Esplanada vermelha que era do pai dele. Por fim, o Fiat 147 #1 de 1978 durante a primeira etapa da categoria, disputada em Guaporé.



Antes de encerrar vai uma homenagem a ele. Por ocasião da confraternização de final de ano na oficina dos Hoerlle, realizada em Dezembro último, encontrei esse diploma que fora entregue ao "Beto", após conquista do título de Campeão Gaúcho de Automobilismo na Divisão 1, Classe A. "Beto" dedicou o título ao preparador Ivan Hoerlle, que o mantém exposto em sua oficina até os dias de hoje.

Fonte das imagens: arquivo Carlos Alberto Petry e arquivo pessoal.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Baú do Petry
E o Carlos Alberto Petry, ou simplesmente "Beto", piloto das antigas e blogueiro assíduo, encontrou alguns recuerdos no seu baú e enviou para dividir com a turma. Vejam que bacana esse DKW na prova seguinte à inauguração do Tarumã.

Lembram daquele Fusca Divisão 3 #18 com aquela enorme tomada de ar, que mais parecia de um Fórmula 1 da época? Pois é, era do próprio "Beto". A imagem abaixo é da prova 500 km de Tarumã, disputada no dia 23 de Março de 1974, quando "Beto" correu em dupla com o piloto Antônio Dionizio Luft (ao volante). No registro ainda aparecem o #36 dos irmãos Echel, o #47 do "Janjão" Freire e do "Zaíco", o #73 dos irmãos Rosemberg, o #70 do Vitor Mottin e o Aroldo Bauermann e mais outros dois que não consegui identificar.

Abaixo o registro do Paulo Hoerlle (#19) nos VW, na equipe Avanço HP, tendo ao lado o "Beto" no #18. Dia desses falamos sobre o "Paulinho" nos Passats e aí está a sua estreia com o modelo.

Termino o post de hoje com uma imagem das 12 Horas de Tarumã de 1975, quando o "Beto" e o "Paulinho" formaram a dupla que finalizou em segundo lugar na Classe A (até 2 litros), sendo nono no geral, depois de largar na 29ª posição entre os trinta e cinco inscritos.

Ainda essa semana tem mais do baú do Petry.
Fonte das imagens: arquivo Carlos Alberto Petry.

Lembram daquele Fusca Divisão 3 #18 com aquela enorme tomada de ar, que mais parecia de um Fórmula 1 da época? Pois é, era do próprio "Beto". A imagem abaixo é da prova 500 km de Tarumã, disputada no dia 23 de Março de 1974, quando "Beto" correu em dupla com o piloto Antônio Dionizio Luft (ao volante). No registro ainda aparecem o #36 dos irmãos Echel, o #47 do "Janjão" Freire e do "Zaíco", o #73 dos irmãos Rosemberg, o #70 do Vitor Mottin e o Aroldo Bauermann e mais outros dois que não consegui identificar.

Abaixo o registro do Paulo Hoerlle (#19) nos VW, na equipe Avanço HP, tendo ao lado o "Beto" no #18. Dia desses falamos sobre o "Paulinho" nos Passats e aí está a sua estreia com o modelo.

Termino o post de hoje com uma imagem das 12 Horas de Tarumã de 1975, quando o "Beto" e o "Paulinho" formaram a dupla que finalizou em segundo lugar na Classe A (até 2 litros), sendo nono no geral, depois de largar na 29ª posição entre os trinta e cinco inscritos.

Ainda essa semana tem mais do baú do Petry.
Fonte das imagens: arquivo Carlos Alberto Petry.
sábado, 12 de março de 2011
1978
Já faz algum tempo que o Rogério Luz publicou aquele registro na capa do seu site, mostrando um Fórmula Ford amarelo. O número era 71 e mostrava discretamente o patrocínio do banco Maisonnave. Sabia que o banco, falido nos anos 80, era gaúcho, mas não tinha ideia de quem seria o piloto. Até que dia desses recebi um registro do amigo Luiz Borgmann que mostrava uma lista de inscritos de uma prova do Gaúcho de Fórmula Ford (entre outras categorias) em 1978. Lá estava o #71 do Maisonnave e o piloto era o Luciano Kasper de Porto Alegre. Vejam aí outra imagem do carro, tendo ao lado o próprio Rogério e mais abaixo a tal lista.


Sinceramente nunca tinha ouvido falar desse piloto e uma rápida pesquisa indicou um outro (seria o mesmo?) Luciano Kasper competindo recentemente no Endurance nacional com o Fusca #65 da turma do Mato Grosso. Alguém aí deve saber se é o mesmo ou não.
Pois bem, dando uma rápida olhada na tal lista percebi que tinha por aqui várias imagens de alguns dos carros daquela temporada. Vamos ver: na Fórmula Ford encontrei o carro do Marco Ribeiro.

Na Divisão 3, o Chevette do Edgard Mello Filho e a Brasilia do Aroldo Bauermann. Mais atrás é possível ver outra que acredito ser a do Ervino.


Nos Fiats, aparecem o #35 do Antônio Fornari, o #88 do "Naninho", do #47 do "Janjão", o #9 do Paulo Hoerlle e o #12 do "Chico" Feoli.



Nos Passats, o #97 do João Foresti, o #1 do Petry, o #66 do Fernando Soares e os dois da Carro do Povo, do Paulo Hoerlle e do Aroldo.



Por fim, nos Opalas, encontrei o #56 do Armir Valandro e o #27 do Ricardo Trein.


E lá se vão mais de 30 anos...
Fonte das imagens: arquivo Rogério Luz, Luiz Borgmann, Marcelo Vieira, Renato Pastro, Aroldo Bauermann, Francisco Feoli, Paulo Trevisan, Antônio Fornari, João Foresti, Fernando Soares, Marcos Luz e Ricardo Trein.


Sinceramente nunca tinha ouvido falar desse piloto e uma rápida pesquisa indicou um outro (seria o mesmo?) Luciano Kasper competindo recentemente no Endurance nacional com o Fusca #65 da turma do Mato Grosso. Alguém aí deve saber se é o mesmo ou não.
Pois bem, dando uma rápida olhada na tal lista percebi que tinha por aqui várias imagens de alguns dos carros daquela temporada. Vamos ver: na Fórmula Ford encontrei o carro do Marco Ribeiro.
Na Divisão 3, o Chevette do Edgard Mello Filho e a Brasilia do Aroldo Bauermann. Mais atrás é possível ver outra que acredito ser a do Ervino.


Nos Fiats, aparecem o #35 do Antônio Fornari, o #88 do "Naninho", do #47 do "Janjão", o #9 do Paulo Hoerlle e o #12 do "Chico" Feoli.



Nos Passats, o #97 do João Foresti, o #1 do Petry, o #66 do Fernando Soares e os dois da Carro do Povo, do Paulo Hoerlle e do Aroldo.



Por fim, nos Opalas, encontrei o #56 do Armir Valandro e o #27 do Ricardo Trein.


E lá se vão mais de 30 anos...
Fonte das imagens: arquivo Rogério Luz, Luiz Borgmann, Marcelo Vieira, Renato Pastro, Aroldo Bauermann, Francisco Feoli, Paulo Trevisan, Antônio Fornari, João Foresti, Fernando Soares, Marcos Luz e Ricardo Trein.
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