domingo, 6 de outubro de 2013

Desafio da Semana

Quem, o que, onde, quando, etc, etc, etc.
 

Mãos à obra!

15 comentários:

Anônimo disse...

03 Jan 1971 - Prova 100 Milhas de Tarumã.
Porsche 907 - Angi Munhoz (3° colocado)
Porsche 910 - José Moraes
Royale Ford - Luis Pereira Bueno (4° colocado)

Renato Pastro

Rui Amaral Jr disse...

Ando muito palpiteiro Leandro e quando ia dar mais um vejo que o Renato acertou, só não lembrava a prova.
Não desmerecendo ninguém é belo demais ver o Luiz com um Royalinho dando uma canseira nos Porsche!

fernando Nana disse...

teve o Avalone com uma Lola T70 v8

Roberto Giordani. disse...

Oi Sanco !
Embora seja "tiffosi" da Ferrari e torcesse pela vitória das 512M nos Protótipos , tenho uma especial admiração pelos Porsche 907, especialmente os 907 LH(cauda longa)modificados em Salzburg na Áustria, pelo desempenho dos mesmos nas 24 Horas de Mans em 1970quando , à noite, na formação do grid de largada daquele ano marcaram 403 Km/h em Mulsane, que naquela época não tinha as duas chicanes.
A Porsche é experiente em corridas de Endurance, e seu retorno em 2014 a categoria WEC na LMP1 é garantia de sucesso nas provas que participará ao lado de Audi Quattro e Toyota. Aguardo ansiosamente a pretendida volta da Ferrari nesta categoria em 2015. Já pensaram assistir um corrida destas com todas estas maravilhas e com pilotos que nada devem aos da Fórmula 1???

Anônimo disse...

O Grande Fernando Nana cita a Lola T70 do Avallone, mas ele não estava presente nesta prova.
Foi uma "etapa extra" da Copa Brasil vencida por Emerson Fittipaldi - Lola T 210. O segundo colocado foi o Principe Espanhol Jorge de Bragation - Porsche 908.
O quinto lugar foi de José Carlos Pace - Royale Ford.
Participaram também os paulistas Raul Natividade - AC Porsche e José Pedro Chateaubriand - Puma VW.
Do RGS tivemos a presença de Luís Felipe Sinibaldi- Protótipo com motor Opala.

Renato Pastro

luizborgmann disse...

Olá comandante Pastro,
É interessante o seu comentário da presença do piloto José Pedro Chateaubriand Bandeira de Mello, conhhecido na pilotagem como Chatô. De alta competência na tocada, andou em quase todas as categorias da época, sempre no pelotão dianteiro. De histórico profissional desconhecido fora das pistas, sabe-se extra-oficialmente que depois das competiçoes exerceu a mesma atividade que você, no comando de aeronaves, porém na região norte do Brasil, quando teria a aeronave apreendida. Por onde anda o Chatô?
Um abraço meu caro Pastro,
luiz borgmann

Wilson Cardoso disse...

Interessante o rolling do Royale do Luis Pereira Bueno. Hoje os carros fazem as curvas como se estivessem em reta. Serão os pneus de agora que permitem suspensões mais duras?

Rui Amaral Jr disse...

Renato, o Zé Pedro Chateaubriant foi um amigo, corremos juntos e acompanhei sua carreira, depois Teleco trabalhou com ele e apenas sei que morreu alguns anos atrás. Do amigo ficou a lembrança do bota que sempre foi e da enorme simpatia e carinho com que sempre tratou todos.

luizborgmann disse...

Olá amigos,
Interessante o comentário do amigo Wilson Cardoso a respeito do rolling do Royale do LPBueno, vê-se que realmente as carrocerias adernavam bem mais do que hoje, mesmo nos esporte-protótipos. Molas, cambagem negativa nas rodas dianteiras quase nula, curso de suspensão para efeito asa no downforce. Eram os primórdios da evolução. Para quem se interessar, o livro RACE CAR CHASSIS-Design and Construction aborda a evolução técnica das suspensões, rolling, rigidez torcional, etc. bem como ideias para aprimorar o que já existe.
Um abraço,
luiz borgmann

Julio Cesar Gaudioso disse...

Wilson,
a construção dos pneus mudou muito, o perfil ficou bem mais baixo, a estrutura das carcaças consegue dissipar uma maior energia, a deriva da banda (bem mais larga) é muito menor etc. Tudo isso levou ao padrão atual de desenho das suspensões. Cambagem negativa, rolling e dive excessivos, como esse Royale (praticamente um fórmula Ford mais largo e carenado) nos dias de hoje, nem pensar.

Wilson Cardoso disse...

Gaudioso,
A dissipação de energia dividida pelo chassi e pneus é percebida fácilmente no kart, onde antigamente se usava chassis bem flexíveis com pneus "duros". Hoje é o contrário. Inclusive, no acerto, geralmente quando se coloca pneus mais macios, se "endurece" o chassi. Mais uma coisa: De uns tempos para cá, tenho notado a volta da cambagem negativa na dianteira da F1 e Indy. É estranho, com tudo o que se sabe hoje e com os materiais que se tem, para pneus e suspensões, porque não se deseja manter 100% de banda no chão todo o tempo. Será que é para ganhar velocidade nas retas?

Julio Cesar Gaudioso disse...

Wilson, corretíssimo.
Hoje os pneus já são construídos pensando num grip ótimo em torno de 0,8 a 1,2 grau negativo de cambagem estática - eles trabalham, sim apoiados nas bordas. Com isso, menor atrito na reta e maior velocidade. Ah, no meu comentário anterior, quando disse cambagem negativa excessiva, me referia à roda interna do Royale.
Um abraço

replicas relogios disse...

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Wilson Cardoso disse...

Gaudioso,

Trocando um pouco de assunto: Andei pesquisando sobre radiador selado. Normalmente chamam selado, inclusive nas informações técnicas fornecidas pelas montadoras, aquele sistema mais comum que conta com vaso de expansão externo, ficando a tampa com as respectivas válvulas neste vaso de expansão. Pergunto: Este sistema não pode ser considerado um sistema pressurizado comum, como se usava antigamente, apenas não totalmente cheio (guardando espaço para dilatação do liquido e vapor e que, em caso extremo vai jogar água e vapor para fora do sistema pela válvula da tampa? Penso que não cabe aqui o termo selado. Selado seria o sistema menos usado, aquele em que a tampa com as válvulas fica no radiador, deixando passar as fugas para o vaso de expansão, que funciona a pressão atmosferica e permite o retorno da agua para o radiador quando a temperatura baixar. Meu raciocínio está correto? Não consegui achar nenhuma informação clara sobre o assunto na Internet.

Abraço.

Julio Cesar Gaudioso disse...

Caro Wilson:
Essa confusão começou no Brasil com o lançamento em 1968 do projeto "M" da ex-Willys; a Ford fez intensa publicidade do "radiador selado" do Corcel ("nunca precisa água"). Tua colocação sobre os tipos de radiador está correta.
Abraço
Julio Cesar