sábado, 9 de abril de 2011

Há 20 anos

O último Desafio foi fácil. Era o Roberto Galafassi, piloto que, se não estou enganado, era também engenheiro da Pirelli. O ano era 1991, ou seja, faz vinte anos que aquele registro foi feito. E eu me lembro como se fosse hoje.

Encontrei alguns folders daquele ano e entre eles, dois da Fórmula 3. Um da prova de Tarumã e o outro de Interlagos, no final do ano. Publicarei aqui as imagens de todos - ou quase todos - os carros que participaram daquela temporada. Começarei por ordem numérica crescente.

O primeiro da lista era o gaúcho Leonel Friedrich. Observem que ele começou correndo com um Dallara e depois passou para um Ralt, o preferido pela maioria. Isso também aconteceu com o Ricardo Risatti, mas esse aposentou um Reynard. Vejam também que o carro do Alexandro Zampedri era na verdade o do Gino Fontes, com um #4 feito a mão.

Fiquem com as primeiras imagens e na semana que vem continuo com os demais.

6 comentários:

granito disse...

Sanco vc tava escondendo o "ouro".
Sensacional a F-3 na época, hj em dia vc vai ao autodromo em dia de corrida de F-3 e nem os seguranças sabem que vai ter corrida, folder informativo pro público então sumiu faz muitos anos...
Hoje em dia temos 2 equipes na F-3 e diminuindo, acho que a categoria vai morrer ainda este ano, infelizmente.

granito disse...

A propósito troquei alguns e-mails com o Nestor Furlan, argentino diretor da GF Racing q atua na F-Renault argentina e ele me escreveu dizendo q a possibilidade de sua equipe de voltar a competir na F-3 nos próximos anos é quase zero, devido aos custos.

Aloisio disse...

Depois que o "Campeonato sulamerica
cano" passou a não contar com pilotos dos países vizinhos, trans
formou-se em uma MORTE LENTA, e o mais engraçado é que existe patroci
nadores e gente ganhando dinheiro.
Chassi e motores monomarca!...
Acho que a fórmula correta seria reunir dois ou tres construtores nacionais, sugerir-lhes o desenvolvimento de novos veículos,
com um pouco menos de tecnologia,
para servir de acesso a um número
maior de participantes.
O campeonato seria disputado com
calendário "à risca" e ao final do
ano, no inverno europeu, trazer os
20 melhores F-3 e disputar um torneio com uma prova no Brasil,
outra no Uruguai e a 3ª na Argenti
na com pilotos sul-americanos. Acredito que sairia mais barato, os pilotos estariam mais bem pre
parados para ir ao exterior.
Os construtores, preparadores e pa
trocinadores teriam trabalho e vizi
bidade superiores.

Julio Cesar Gaudioso disse...

Aloisio:
Sua excelente proposta é muito parecida com aquela que o Fangio e companhia aplicaram na Argentina na década de 60; não só permitiu aos hermanos terem provas dos mundiais de F1 e protótipos, como desenvolveu toda uma estrutura que mantém (muito bem) o automobilismo deles.Em São Paulo estão tentando reviver a F-Vê (F Vee).
Julio Cesar Gaudioso

Mec. Sólidos II disse...

Olá Sanco! Sempre acompanho teu blog. E me traz muitas lembrança da minha infancia quando ia assistir as provas de diversas cateorias em Guaporé/RS. Mas voltando ao caso da F3 foi neste ano que Nestor Furlan (se eu não estou enganado esse era o nome do piloto Argentino)travou uma grande disputa com o Leonel na F3?

Anônimo disse...

Nestor Gabriel Furlan estava, no ano da graça de 1991, participando do Campeonato Internacional de F3000, na Europa. Corria pelo Junior Team, com um Reynard-Judd, com o qual fez uma temporada pífia, marcando apenas 1 ponto, ao longo da temporada, uma sexta colocação em Le Mans e amargando cinco abandonos. A disputa com Leonel foi em 1989.
Mas em 1992 ele estava de volta...
Abç
Caranguejo