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quinta-feira, 28 de março de 2013

André Pretto - Final

Registro da Folha da Tarde, mostrando o Corcel II que André Pretto utilizaria para competir nas duas primeiras etapas do Brasileiro daquele ano.
 

Fonte da imagem: arquivo André Luiz Pretto - jornal Folha da Tarde.

quarta-feira, 27 de março de 2013

André Pretto

Guaporé. Na primeira aparece o Passat #1 do Bruno D'Almeida e o Fusca #11 que não lembro exatamente de quem era.
 


Fonte das imagens: arquivo André Luiz Pretto - fotos Vilsom Barbosa.

terça-feira, 26 de março de 2013

André Pretto

André no topo do pódio em Guaporé. Também aparecem nas imagens o José Roque Bresolin, o Antônio Gilberto Ody e o Osmar Chiarello, o saudoso "Bigode".
 


Fonte das imagens: arquivo André Luiz Pretto - fotos Vilsom Barbosa.

segunda-feira, 25 de março de 2013

André Pretto

Duas de Tarumã. A segunda mostra o Corcel escorregando na Curva 3, debaixo de um aguaceiro.
 


Fonte das imagens: arquivo André Luiz Pretto.

sábado, 23 de março de 2013

André Pretto

Acertou quem respondeu que era o piloto André Luiz Pretto no último Desafio. O catarinense de Campos Novos entrou em contato com o blog recentemente, dividindo alguns registros de sua trajetória nas pistas.
 
O André já foi assunto aqui no blog, tempos atrás, quando um Desafio mostrava a imagem de um Corcel I #31. Era sim o Corcel do André, porém na época em que ainda pertencia ao Ozenaide Pacheco, o "Pachekinho" de Canoas, que correu com ele na Divisão 3. André adquiriu o carro e deixou a preparação a cargo do Jackson para fazer sua primeira corrida na categoria Estreantes, no final de 1980.

André Pretto - que me disseram ter parentes em Encantado (está explicada a origem do gosto pela velocidade) - estudava na Unisinos e aproveitava os finais de semana para competir. Isso me lembrou outro piloto de fora do RS, que tinha história semelhante, o Paulo de Tarso Marques, que correu na Divisão 1 em meados dos anos 70.

A carreira do piloto de Campos Novos foi bastante breve, mas suficiente para deixar sua marca de piloto muito veloz. As matérias dos jornais da época descreviam o seu desempenho como notável, imbatível, surpreendente, entre outros adjetivos. Ele chegou a conquistar nada menos do que quatro vitórias consecutivas na Estreantes em 1981, antes de passar para a Turismo Especial Gaúcho, onde também teve destacada atuação. Não foi o campeão - título que ficou com Cláudio Ely - mas recebeu da Associação de Cronistas de Automobilismo do RS o troféu destaque da referida categoria.

Após aposentar o Corcel I, André chegou a fazer duas provas de um campeonato brasileiro em 1982, o Torneio Corcel II, com um dos carros da equipe Tênis Campeão - Strassburger. Seu parceiro foi Antônio Gilberto Ody, ex-adversário na Estreantes e na TEG. Na prova de Guaporé foi o sétimo colocado, mesmo resultado obtido na semana seguinte em Tarumã. Após essa prova, André encerrou sua participação nas pistas.

Ao longo da semana publicarei mais algumas imagem do piloto em ação. Por enquanto fiquem com os registros abaixo.

Agradeço ao André pelo contato e por ter compartilhado seus arquivos.

Valeu, André!
 


Fonte das imagens: arquivo André Luiz Pretto - fotos Vilsom Barbosa.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Prorrogação?

O último Desafio gerou bastante dúvidas na turma. Seria o piloto daquele Corcel #31 o André Pretto de Campos Novos - SC ou o Ozenaide Pacheco de Canoas - RS?

A informação inicial veio junto da imagem, lá do meu amigo "Ratão". Ele dizia que o piloto era catarinense. Isso fez a maioria - onde me incluo - lembrar automaticamente do André Pretto, ótimo piloto da época da categoria Estreantes e Novatos que depois correu na Turismo Especial Gaúcho com um relativo sucesso. Pelo que consta o André andou bastante tempo com um Corcel I, os slicks que apareciam no registro faziam lembrar da TEG, então tudo parecia esclarecido.

Porém, adivinhem quem, o Mestre Schutz comentou sobre a pintura do carro, que não era a do carro do André. Isso, além do número, fez lembrá-lo do piloto Ozenaide Pacheco, que participou do Gaúcho de Divisão 3 nos anos 70. Na sequência o Borgmann e o "Naná" confirmaram que seria mesmo o "Pachekinho".

Então fui atrás dos alfarrábios e encontrei um registro mostrando o nome, o número e a descrição do carro do próprio canoense, numa prova de D3 em 1976. Mais outra busca e todos os registros encontrados sobre o catarinense mostravam um número e pinturas diferentes.

Tudo isso leva a crer que se trata mesmo do canoense, que vi correr, quando voltou às pistas no Gaúcho de Marcas em 1993 ou 94 em dupla com o filho Márcio, num Voyage de número 31.

Acho que o mistério está desvendado, mas se alguém for contrário à decisão, deixo aberta uma prorrogação para o Desafio.




Fonte das imagens: arquivo Luiz Borgmann, Marcelo Vieira e Carlos Eugênio - enviado por João Cláudio Muller.