Fonte das imagens: revista Auto Esporte e www.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Foi notícia em 1983
Fonte das imagens: revista Auto Esporte e www.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Agora só falta o Brasileiro
Conill me entregou um exemplar de 1981 da Pódium Graphic que mostrava uma caricatura da dupla fazendo menção à disputa do Brasileiro de Fiat 147 que se iniciaria dias após. Conill vinha embalado pela conquista do Gaúcho e do Paulista da categoria e "Janjão" não queria ficar para trás. Apesar de todo o esforço, o título no Brasileiro ficou com o paulista da Milano, Áttila Sipos, com Conill ficando com o vice.
Valeu, Conill!
Fonte das imagens: revista Pódium Graphic - arquivo Renato Conill e arquivo Antônio Freire.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Não posso errar...
"Em 1984 comecei bem o ano, vencendo a prova preliminar da Fórmula 1 com um Escort XR3 preto com patrocínio da John Player Special, aliás todos os carros eram rigorosamente iguais. Foram 20 pilotos brasileiros escolhidos pela Ford. Foi muito legal participar de uma prova com todo o público da Fórmula 1 já no autódromo!!! A prova em sí não teve nada de especial, mas a vitória com um público presente de 50.000 pessoas me emocionou!!! Inesquecível descer aquele antigo retão do autódromo do Rio de Janeiro sentindo a energia daquela multidão sentada nas arquibancadas. Lembro que pensava o tempo todo: não posso errar...não posso errar...não posso errar...hehe. O belo troféu está na casa da minha mãe, bem cuidado!!!
A vitória me ajudou muito em minhas relações com a equipe oficial da Ford e a partir dalí o Cláudio Mueller já estava escalado para andar no Escort 84 comigo no Brasileiro de Marcas. O outro carro da Ford era pilotado por Tucano Barchi (ex-piloto de motociclismo) e Valdir Florenzo no carro numero 86.
Enfrentamos um ano difícil e com o maior número de pilotos já inscritos em um campeonato de marcas!!! Entre eles ex-pilotos de F1 como Emerson Fittipaldi, Wilson Fittipaldi, Ingo Hoffmann, Chico Serra, Alex Dias Ribeiro e Luiz Pereira Bueno. Outros famosos que participaram: Paulo Gomes, Francisco Lameirão, Jan Balder, Aloysio Andrade Filho, Lian Duarte, Irmãos Giaffone, Antonio Lucio Da Matta, Luiz Otavio Paternostro, Attila Sipos, Alencar Junior, Xandy Negrão, além dos famosos gaúchos: Leonel Friedrich, Anor Friedrich, Cezar Pegoraro, Renato Conil, Janjão Freire, Cristina Rosito, Pedro Grendene, etc. Em uma etapa de Interlagos alinharam 73 carros no grid...por aí dá para ter uma ideia do que era o Campeonato Brasileiro de Marcas de 1984!!! Foi uma batalha do início ao fim!!! Guerra declarada entre as fábricas!!! Ford, Volkswagem, General Motors e Fiat.
No final do ano ficamos em sexto lugar no campeonato, com a melhor colocação sendo um segundo lugar em Goiânia.
Em 1985 a Ford entregou ao Sr. Luiz Antonio Greco toda a equipe Motorsport e os pilotos Cláudio Mueller e Victor Steyer foram substituídos por Fabinho Greco e Lian Duarte, respectivamente filho e grande amigo do Greco. Terminava alí o grande feito dos gaúchos serem pilotos oficiais da montadora Ford. Naquele ano ainda participei de duas provas do Brasileiro de Marcas, uma em Goiânia em dupla com Renato Conill (chegamos em quarto lugar) e outra prova com um Gol de São Paulo, aquele vermelho do Sérgio Louzão na prova de Tarumã.
De volta à Porto Alegre, já que morei dois anos em São Paulo, iniciei juntamente com Beto Ody um campeonato de marcas chamado Regional de Turismo. Para agilizar o regulamento, copiamos o regulamento técnico do Brasileiro de Marcas de 1983 com pequenos ajustes e adaptações. O Beto ainda estava em fase de adaptação em corridas e eu fui contratado por ele para fazer dupla no Escort 27 patrocinado pela FILA e buscar posições na linha de frente. Foi um bom ano!!! Beto, além de meu patrão na Cia de Exportação, que ele comandava, me ajudava muito financeiramente nas corridas. Ao final do campeonato, se bem me lembro, ficamos em terceiro lugar."
As imagens abaixo mostram algumas passagens da carreira de Victor Steyer entre 1984 e 85, começando pela inesquecível prova preliminar da Fórmula 1, em Jacarepaguá. Caso alguém não lembre, foi naquele dia (25 de Março) que Ayrton Senna fez sua estreia na Fórmula 1. Na sequência, aparece o Escort #84 com o qual ele e Cláudio Mueller disputaram o Brasileiro de Marcas daquele ano. Mais abaixo um registro dos pilotos que participaram da primeira prova do Regional de Turismo, onde Victor competiu com o Escort #27 ao lado de Beto Ody. Por fim os carros do Brasileiro de Marcas de 85.








Fonte das imagens: arquivo Victor Steyer - fotos Vilsom Barbosa, Cláudio Mueller, revista Auto Esporte, jornal Esporte Motor e arquivo pessoal.
sábado, 3 de julho de 2010
Pedro Grendene
Bom, resolvido o assunto, vamos falar um pouco da trajetória do Grendene, piloto de Farroupilha, que junto do seu irmão Alexandre, em muito contribuiu pelo automobilismo não só no Rio Grande do Sul, mas pelo Brasil e no exterior. Faz tempo que eu estava tentando falar sobre ele.
Grendene iniciou no kartismo em 1971, onde ficou até 80, disputando simultaneamente provas de Rallye. Em 80 passou a competir nos autódromos, na categoria Estreantes com um Maverick. Formou equipe com outro piloto de Farroupilha, Henrique Bertolucci, nos inesquecíveis (ao menos na minha remota lembrança) carros da Grendene, e que, graças a esse blog, pude reencontrar em meio às colaborações dos amigos. Já em 81 a Estreantes passava a se chamar Turismo 5000 e Grendene marcou presença novamente.


Também em 81 participou na categoria Hot Car, com o mesmo esquema, tendo Bertolucci no segundo carro da equipe. A atividade automobilística era intensa para Grendene que no ano seguinte se concentrou no Gaúcho e Brasileiro de Hot Car, com os Passats preparados pelo "Sanchão", o mesmo que na época preparava o Passat do mineiro "Toninho" da Matta.

Além da pilotagem, o nome Grendene começava a aparecer como patrocinador de outros pilotos fora da sua equipe. Maria Cristina Rosito foi um exemplo no kart.
Em 1983, já tendo conhecido as pistas do Brasil, Grendene investiu na Fórmula 2 Brasil, patrocinando e pilotando na mesma equipe de Cezar Pegoraro. Também naquele ano participou de uma prova longa, os 500 km de Tarumã, em dupla com Roberto Schimitz no Passat Hot Car #40. O resultado não poderia ser melhor: venceram com 10 voltas de vantagem para o segundo colocado.


Grendene permaneceu na Fórmula 2 Brasil e Sulamericana em 1984. Fez uma excelente prova no Rio de Janeiro, terminando em terceiro, atrás de seu amigo e companheiro de equipe Cezar Pegoraro e do vencedor, Raul Boesel. Além dos monopostos, o Brasileiro de Marcas também teve sua participação, fazendo um trio com os pilotos paulistas Giuseppe Marinelli e Sílvio Zambello em um Fiat.


O ano seguinte iniciou mais uma vez com uma participação de Grendene na abertura do Brasileiro de Marcas, substituindo "Janjão" Freire na dupla com Renato Conill no Uno #48 em Interlagos. Acredito ter sido esta sua única corrida no Marcas naquele ano. Na Fórmula 2 seguiu fazendo a temporada de 85.


Acredito que ele tenha interrompido suas participações entre 86 e 87, retornando naquela prova em El Pinar, no início de 88. Nos treinos para a segunda prova daquele ano, em Cascavel, Grendene capotou seu carro na curva mais temida do circuito, o Bacião, destruindo seu Berta. Mesmo assim, o carro foi reconstruído e ele conseguiu terminar na sexta colocação naquela prova.


Ainda em 88 participou da sua talvez única Mil Milhas em Interlagos com um Escort com os pilotos João Campos e Ronaldo Ely.

Mesmo com a sua aposentadoria das pistas, manteve o apoio ao amigo Cezar Pegoraro na Fórmula 3 até que esse também encerrasse sua carreira em 1993. Além disso, incentivou o filho "Pedrinho" a participar das competições, iniciando no kart em 1991, passando pela Fórmula Ford, Fórmula Chevrolet e Fórmula 3 até o final dos anos 90.

Fonte das imagens: revista Pódium Graphic - arquivo Família Tróglio, aquivos Roberto Schimitz, Cezar Pegoraro, Fabiano Guimarães, jornal Esporte Motor, revista Motor 3 - arquivo Renato Pastro, revista Auto Esporte - arquivo Henrique Mércio e fotos Vilsom "Lambe-Lambe" Barbosa.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
A virada da Fiat

Bom, aquela imagem era mesmo de Brasília da prova disputada no dia 28 de Julho de 1985, válida pela terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos. Aquele foi o ano de estreia do Uno nas pistas do Brasil. A VW com o Gol e a Ford com o Escort dominaram quase todo o campeonato e era nítido o fraco desempenho do Uno, mesmo tendo equipes de fábrica participando. O vencedor daquela prova foi o Gol de Armando Balbi e "Toni" Rocha, fechando os 500 km em 3h50min com média de 130 km/h. O melhor Uno classificado foi o do gaúcho Renato Conill que naquela prova teve o mineiro Vinícius Pimentel como parceiro. "Bocão" e Yoshikuma fecharam na 12ª posição a duas voltas do vencedor.
Abaixo "Bocão" acelera o mesmo carro na prova do Rio de Janeiro.
"Bocão" permaneceu na equipe Localiza durante boa parte do campeonato de 1985 até que surgiu a oportunidade de fazer dupla com Renato Conill no Uno #48. Conill já havia corrido aquela temporada com vários pilotos, entre eles Cláudio Mueller, Victor Steyer, Vinícius Pimentel e Pedro Grendene.
Era chegada a hora de descer até Tarumã para a disputa da 8ª etapa do campeonato no dia 13 de Outubro, denominada "500 Quilômetros". 29 carros estavam inscritos e todos sabiam que dificilmente um Gol ou Escort não sairia de Viamão como vencedor, afinal, das sete provas disputadas até alí, o Gol contabilizava três vitórias enquanto que o Escort quatro. As chances da Fiat eram pequenas, como já se imaginava.
A pole position ficou com o Escort #45 dos gaúchos Ronaldo Ely e Egon Herzfeldt com o tempo de 1min18s34. Dada a largada, Ely disparou na ponta e lá se manteve até os 41 minutos de prova quando para a surpresa de todos, parou no final da reta com a engrenagem do distribuidor quebrada. A liderança ficou com "Bocão" que fizera uma excelente largada, saindo da 9ª posição até alcançar o 2º lugar. A partir daí o Uno #48 comandou a prova com outro Uno na sua cola, o #38 dos mineiros José Junqueira e Vinícius Pimentel, para desespero do chefe de competições da Fiat, Mário Fukuda, que fumava um cigarro atrás do outro, torcendo para o término da prova e a dobradinha dos seus carros.
Tudo indicava que o #48 seria o vencedor. Com 2h45min de prova, Conill entrou no box para troca de pilotos, reabastecimento e troca de pneus, devido ao grande desgaste causado também pela alta temperatura daquele dia. O #38 permaneceu na pista por mais 30 minutos e quando entrou, apenas o tanque foi reabastecido, mantendo Pimentel ao volante com os mesmos pneus. A estratégia era arriscada. Pimentel voltou com 30 segundos de vantagem para "Bocão" que vinha num ritmo muito forte, mas não suficiente para ultrapassar Pimentel, que venceu a prova com apenas 6 segundos de diferença para o #48.
Além da dobradinha, a Fiat colocava mais três carros entre os dez primeiros, mostrando que havia acertado a mão e que começava a ameaçar a segunda colocação da Ford no campeonato.
Mas essa não foi a primeira participação de "Bocão" com a Fiat no Brasileiro de Marcas. No ano anterior, 1984, o gaúcho já havia competido ao lado do carioca Jorge Freitas no Oggi #1 da equipe Localiza/Sada, conforme vemos abaixo durante uma prova no Rio de Janeiro.
Anos mais tarde, acho que em 1993, "Bocão" voltou a guiar um Fiat em um Campeonato Brasileiro, ao substituir "Chico" Serra no Uno #1 da equipe Alpi na etapa de Tarumã.
Fonte das imagens: arquivo Cezar Pegoraro e revista Auto Esporte, arquivo Henrique Mércio.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Arquivos de Cascavel III
Ao contrário do que se esperava, o grid foi pequeno, com apenas 15 pilotos inscritos. Luis Otávio Paternostro e Hélio Matheus se beneficiaram do empurra-empurra, não visto pelos comissários, e conquistaram as duas primeiras posições no grid. Paternostro registrou o tempo de 1min29s64. Na segunda fila vinham os dois carros da Jardim Itália, "Janjão" Freire e Renato Conill. Na terceira José Romano e Ana Lúcia Walker.

E lá se vão 29 anos...
Fonte das imagens: arquivo Pietro Tebaldi.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Motor 3

Belo achado. Valeu, Renato!
Fonte da imagem: revista Motor 3 - arquivo Renato Pastro.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Renato Conill - Continuação
Pois em 1992 a Fiat decidiu que era hora de reunir seus carros mais uma vez na pista, porém o modelo utilizado seria o Uno 1.6R. Já na prova de estreia em Tarumã, outro piloto daquela época foi o vencedor, Aroldo Bauermann, com outro fera, Áttila, em terceiro. Era o que faltava para motivar muitos pilotos a retornar às pistas. Conill foi um deles, voltando a acelerar o carro #48 no ano seguinte, trazendo com ele Leonel Friedrich na equipe Taurus. Em 1993, Conill ainda teve a companhia do filho Alexandre, que estreava na classe Novatos daquela categoria.

Nos anos de 1994 e 95, Conill competiu na classe Turbo para os pilotos mais graduados. Chegou a conseguir bons resultados.

Em 1996 com o lançamento mundial do Palio, Conill seguiu na pilotagem do #48, que na época tinha a preparação do "Niquinho". Com essas "armas", Conill conseguiu ótimos resultados, derrotando uma série de grandes pilotos na etapa de Tarumã daquele ano, trazendo na cola o companheiro Leonel, para delírio da torcida gaúcha.


1997 foi o último ano de Conill no automobilismo como piloto. Seguiu competindo com o Palio no Campeonato Brasileiro...

... e apareceu nas 12 Horas de Tarumã, com este carro aí embaixo, o antigo Uno Turbo, fazendo um trio com o filho Alexandre e com Vicente Daudt. Eles concluíram a prova na 10ª posição no geral. Que tenho notícia, esta foi a última prova de Conill como piloto.

Se não estou enganado, há poucos anos ele chegou a atuar como comentarista na TV da categoria Maserati. Vou confirmar.
Renato Conill foi um dos grandes pilotos gaúchos de todos os tempos. Competiu em uma época de outros tantos grandes nomes do automobilismo gaúcho e brasileiro e mostrou sua competitividade e talento dentro e fora do estado. Conill é mais um da minha lista de "botas".
Fonte das imagens: jornal Esporte Motor, revista Esporte Motor, livro Tarumã e arquivo pessoal.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Renato Conill
Em 1980 Conill foi terceiro no Campeonato Gaúcho de Fiat 147 e quinto no Brasileiro, resultados bons, se considerarmos a quantidade de "feras" que faziam parte dos grids da época, mas nada comparado ao que se veria nos dois anos seguintes.



O ano de 1981 foi uma verdadeira maratona para Renato Conill e a Equipe da Jardim Itália. Participando de três campeonatos simultaneamente, os resultados do piloto pelotense foram surpreendentes. Conill foi Campeão Gaúcho e Paulista. No Brasileiro, chegou à última etapa em Interlagos com apenas dois pontos a menos do que o então líder Áttila Sipos, mas foi vítima do festival de batidas que eram distribuídas nas provas da categoria e foi obrigado a abandonar, ficando ainda com um vice campeonato.




A frustração pela perda do título na última etapa de 81, foi um fator extra na motivação de Conill no Campeonato Brasileiro de 82. Decidido também na base da pancadaria, Conill finalmente se tornara Campeão Brasileiro na etapa de Tarumã, deixando o vice para Áttila. Conill ainda conquistou o bi no Gaúcho, naquele que foi o último ano de participação do piloto no Campeonato de Fiat 147.





Em 1983, Renato Conill se juntou ao piloto Aroldo Bauermann para formar uma dupla no recém criado Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos. Em um grid que facilmente ultrapassava os 50 carros, a dupla, que pilotava um Voyage, venceu os 1000 km de Brasília.




As três últimas imagens são da chegada da prova que encerrou o campeonato de 83, em Interlagos.
Em 1984, Renato Conill voltou a fazer dupla com "Janjão" Freire, agora pilotando um Fiat Oggi no Brasileiro de Marcas. Eles conseguiram, como melhor resultado, um terceiro lugar nas 12 Horas de Guaporé.


No ano seguinte Conill permaneceu no Brasileiro de Marcas, mas trocou de carro, um Fiat Uno, e de dupla, chegando a correr com quatro diferentes pilotos: Victor Steyer, Cezar Pegoraro, Sérgio Pegoraro e Cláudio Mueller.

Em 1986, Conill voltou a competir no Rio Grande do Sul, no Campeonato Regional de Turismo onde ficou até 87. Sempre correndo um o Uno #48, número que o acompanhou em praticamente toda a carreira. Conquistou um vice campeonato em 87, atrás apenas de Waldir Buneder e José Francisco Bammann.
Ainda em 87, Conill participou das Mil Milhas de Interlagos com um Uno 1.5R em dupla com "Chico" Serra.
A partir de 1988, Conill iniciaria um novo período afastado do automobilismo, mas o retorno da Fiat ao automobilismo, no início dos anos 90, era o que faltava para vermos o piloto novamente em ação. Saberemos mais sobre isso amanhã.
Fonte das imagens: Anuário Fiat, revista Auto Esporte - arquivo Luiz Fernando Silva, arquivo "Janjão" Freire, arquivo Antônio Fornari, revista Quatro Rodas, revista Esporte Motor, jornal Esporte Motor e arquivo pessoal.








