Abaixo o registro daquele dia histórico. Logo atrás do Fusca #68 vai um Gordini, provavelmente do João Roberto Schimidt.

Do Fusca logo passou para o Corcel, na famosa Divisão 3 até 1300 cc . No começo, esta categoria permitia a utilização de componentes importados como comandos de válvulas, pneus, carburação, etc. "Breninho" não queria investir, então o máximo que conseguia era um 4º lugar, equipado com componentes nacionais, inclusive com pneus que eram muito inferiores. Quem não tinha pneus importados não tinha nenhuma chance.
Abaixo um enrosco na curva 2 de Tarumã em 1971 e na sequência uma imagem de 72.

Ainda em 72, Breno correu de "Saboneteira" nas 12 Horas com Élcio Prolo e Antônio Miranda (pai do famoso produtor musical "Gordo Miranda").

Com a mudança de regulamento, a Divisão 3 até 1300 cc passou a ser a sensação dos domingos. Os carros só poderiam ter equipamentos nacionais, então começaram a despontar pilotos que antes não tinham chances como Paulo Hoerlle, Mauricio Rosemberg e o próprio Breno que em 1973 acabou como vice-campeão, mesmo deixando de correr as últimas provas.
O preparador Guime tinha um time e tanto naquele ano. Dêem uma olhada na imagem abaixo.

Da esquerda para a direira: Antônio Miranda, Guime, Paulo Nienaber (Careca), Roberto Souza (sentado), Diamantino Souza (acima), Gê (irmão do Guime), "Breninho" e de bigode, Élcio Prolo.
Com o Corcel #71, "Breninho" proporcionou uma das melhores corridas que foram vistas em Tarumã em 1973: duas baterias eletrizantes com uma disputa entre Breno, Rosemberg e Paulo Hoerlle. Foi "paulera pura" com troca de posições volta a volta nas duas baterias. Breno acabou vencendo a prova.

Abaixo os três carros da mesma equipe, com desenhos iguais, mas com pinturas diferentes. Na ordem estão "Breninho" no #71, Diamantino Souza no #79 e Rui Souza no #75. Na sequência, mais um "pega" na curva 1 de Tarumã.


Foi com um Dodge 1800 cedido pela Chrysler (carro que estava sendo lançado naquele ano) que "Breninho" participou da primeira corrida da Divisão 1 em Tarumã em Setembro de 73, denominada 6 Horas de Tarumã. E o resultado não poderia ter sido melhor. Ao lado de Jorge Truda e Paulo Nienaber, ele venceu a prova na Classe B.
Poucos dias depois mais um desafio para Breno. Ele se juntou com Paulo Nienaber e Diamantino Souza no Corcel #79 nas 12 Horas de 73. O trio concluiu a prova na 10º colocação no geral e provavelmente 2º na categoria. Abaixo o Corcel aparece à esquerda da imagem ao lado do Opala #22 de Pedro Carneiro Pereira.

E foi justamente por causa da morte dos amigos "Pedrinho" e Ivan Iglesias, apenas duas semanas após aquelas 12 Horas que "Breninho" decidiu que era a hora de parar.
A história do Breno Job Freire nas pistas encerrava aí, mas eu tinha comentado no último post que ainda faltava publicar algumas curiosidades sobre aquela prova de Porto Alegre à Capão da Canoa em 68, bem como mais histórias sobre o Tio Guime. Pois vejam esse registro da Folha da Tarde.

Que barato! O Tio Guime era realmente um grande mecânico.
Bom, a homenagem foi curta, mas recheada de boas imagens e histórias. Tudo isso só foi possível graças ao Roberto Freire que nos últimos dias correu para mandar tudo a tempo de organizar e publicar para a apreciação de vocês.
Valeu, Roberto!
Fonte das imagens: arquivo Roberto Freire.
A história do Breno Job Freire nas pistas encerrava aí, mas eu tinha comentado no último post que ainda faltava publicar algumas curiosidades sobre aquela prova de Porto Alegre à Capão da Canoa em 68, bem como mais histórias sobre o Tio Guime. Pois vejam esse registro da Folha da Tarde.

Que barato! O Tio Guime era realmente um grande mecânico.
Bom, a homenagem foi curta, mas recheada de boas imagens e histórias. Tudo isso só foi possível graças ao Roberto Freire que nos últimos dias correu para mandar tudo a tempo de organizar e publicar para a apreciação de vocês.
Valeu, Roberto!
Fonte das imagens: arquivo Roberto Freire.















