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terça-feira, 16 de abril de 2013

Foi notícia em 1983

Os gaúchos marcaram presença nos dois campeonatos nacionais de monopostos daquele ano.

Na Fórmula 2 Brasil, os gaúchos conquistaram quatro vitórias. "Bocão" Pegoraro venceu em Guaporé, "Chico" Feoli foi o melhor em Brasília e Leonel Friedrich levou as etapas de Cascavel e Jacarepaguá.






Na Fórmula Ford, Egon Herzfeldt venceu as duas primeiras provas do campeonato, em Guaporé e Tarumã, antes de abandonar a categoria por falta de patrocínio. Em Tarumã havia feito a pole, porém uma batida no treino de aquecimento o fez largar do box. Ultrapassou nada menos do que 26 concorrentes e venceu.
 
Com sua desistência, o caminho ficou livre para outro gaúcho, João Alfredo Ferreira, o "Baguncinha", conquistar o título de Campeão Brasileiro de 1983. Ele venceu quatro provas, em Interlagos, Jacarepaguá, Goiânia e Brasília.


 
Fonte das imagens: revista Quatro Rodas, arquivos Francisco Feoli, Pietro Tebaldi e Cezar Pegoraro.
 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Adeus, Rio - Final

Luiz Fernando Cruz, na Fórmula Ford em 1986, Leonel Friedrich na Fórmula 3 Sulamericana em 1992 e João Campos, na Stock Car, em 1995.
 

 

Fonte das imagens: arquivo Luiz Fernando Cruz e João Campos e revista Auto Esporte.

sábado, 26 de janeiro de 2013

1983

Gosto muito de ver nos jornais locais a seção que fala sobre acontecimentos ocorridos em décadas passadas. Interessante ver o que era destaque, ver o que aparentemente "vendia" mais jornal (sobre esse assunto faço um parênteses de que muito já foi falado que o automobilismo de uma forma geral já não é um produto que "vende", ou seja, já deixou de estar - com uma ou outra exceção - na capa das publicações). Pois foi inspirado na seção "Há 30 anos" do jornal Zero Hora, que fui dar uma olhada no que foi destaque no automobilismo gaúcho há 30 anos. Essa era a resposta para o último Desafio. Todas as imagens eram de 1983.

E daí vieram as perguntas: como era o automobilismo gaúcho em 1983? Quais eram as categorias? Quem eram os pilotos, preparadores? E de tudo isso, quem foi destaque naquele ano? Com esse tema em mente, acabei encontrando uma matéria do próprio jornal Zero Hora que resumia todas essas respostas ao divulgar a premiação feita pela Associação Brasileira dos Cronistas de Automotor aos destaques do automobilismo gaúcho e brasileiro de 1983. A solenidade aconteceu no auditório da Assembléia Legislativa de Porto Alegre e contou com a presença de pilotos e preparadores das diversas categorias do automobilismo nacional, além de dirigentes, jornalistas especializados e autoridades convidadas.

O troféu Alberto, criação de Roberto Cidade para os destaques gaúchos, foi entregue por categorias. Na Fórmula Ford, João Alfredo Ferreira como piloto e "Neco" Viola como preparador. Na Copa Chevette, Ronaldo Nique, piloto, e Derli "Diko" Stefani, preparador. Na Copa Fiat 147, Paulo Hoerlle, piloto, e Ivan Hoerlle, preparador. Na Hot-Car, Flávio Pilau, piloto, e Romeu Franzoni, preparador. Na Turismo Especial Gaúcho, Antônio Gilberto Ody, piloto, e Marco Antônio Vieira, preparador. Na Turismo 5000, José Renato De Léo, piloto, e Vilmar Azevedo, preparador.

No kart, na categoria Kart Livre, o piloto premiado foi Gustavo Romanello. Serge Buchrieser na Kart Standard e "Duda" Rosa na Quarta Menor. Osvaldo Fagundes foi escolhido o preparador para todas as categorias do kart.
Receberam troféus também os representantes do Rallye. Na Graduados, Paulo Noschang, piloto e Gilberto Schury, navegador. Na Novatos, Luciano Bettio, piloto e Abrão Safro, navegador. Ivan Hoerlle foi escolhido como melhor preparador do Rallye.

Ângelo Scelzo foi escolhido o melhor piloto de Motocross e José Rocha o melhor preparador. Pedro Guzinski foi o piloto destaque na Motovelocidade e Carlos "Nenê" Lobato o melhor preparador.

O clube destaque de 1983 foi a Associação Guaporense de Automobilismo. A Mobil Oil foi a equipe destaque e Volnei Cerqueira - presidente do Clube Porto Alegre de Rallye - ganhou o troféu Alberto como dirigente do ano.

Na premiação em nível nacional, foram entregues os troféus Catharino Andreatta a Leonel Friedrich, melhor piloto da Fórmula 2 e à Dino Di Leone, melhor preparador. João Alfredo Ferreira e "Neco" Viola receberam como melhores piloto e preparador do Brasileiro de Fórmula Ford. Áttila Sipos e Hélio Fukuda foram premiados pela categoria Fórmula Fiat.

Fábio Sotto Mayor ganhou o Troféu Catharino Andreatta como melhor piloto da Stock Car e "Panchito" foi o melhor preparador."Toninho" da Matta e Giuseppe Marinelli foram premiados na categoria Marcas. No Rallye Regularidade, Nelson Carneiro, piloto, e Eduardo Santana, navegador, foram os melhores. No Rallye Velocidade os destaques foram Paulo Lemos, piloto, e Artur César, navegador. A Volkswagen recebeu o prêmio de melhor preparação de Rallye. Eduar Merhy Neto foi o melhor piloto de Kart do Brasil e Geraldo - oficina Araçá - foi o melhor preparador.

Joaquim Cardoso de Mello - na época presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo - foi eleito o melhor dirigente do ano. A melhor entidade ou associação ficou para a Associação de Pilotos de Superkart. A Ipiranga ganhou o prêmio de melhor equipe.

Eu não sabia desse prêmio, nem sabia que existia a Associação Brasileira dos Cronistas de Automotor. Sabem até que ano foi feita essa premiação? Lembro que a revista Auto Esporte tinha o ranking dos pilotos brasileiros, isso acho que foi até os anos 90. Depois, a revista Racing idealizou o troféu Capacete de Ouro, que até hoje premia os melhores do ano, no cômputo nacional.

Voltando a 1983, abaixo algumas imagens de alguns dos premiados naquele ano. Pela ordem aparecem Ronaldo Nique, Paulo Hoerlle, Flávio Pilau, José Renato De Léo, Antônio Gilberto Ody, Leonel Friedrich e João Alfredo Ferreira.








Fonte das imagens: arquivo Ronaldo Nique, Paulo Trevisan, Roberto Schmitz, José Renato De Léo, Marcelo Vieira, Pietro Tebaldi e João Alfredo Ferreira. Fotos Vilsom Barbosa.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Ainda sobre Guaporé

O último Desafio era fácil. O Fusca #10 da Tênis Campeão marcou época nas mãos do Cláudio Ely, o "Capitão Caverna", como era conhecido por todos. A pista era Guaporé, em 1981, ano em que Ely se sagrou campeão da Turismo Especial Gaúcha, a TEG, ex-Divisão 3.
 
A bela imagem veio do site da AGA que está fazendo um bom trabalho de preservação da memória da associação, colocando informações históricas desde a fundação da mesma, além de inúmeras fotos sobre a construção da pista e de algumas provas. Numa rápida olhada, selecionei algumas que coloquei aí embaixo.
 
A primeira mostra o Osmar Chiarello abrindo um box. Dentro dele o 147 do Evaldo Quadrado, em 1983. O saudoso "Bigode" foi o Presidente que mais tempo esteve à frente da AGA, com seis mandatos entre 1979 e 1997.
 
Mais abaixo aparece uma da Standard 1600 em 1989. Logo após, a turma da Fórmula 2 Brasil, com "Bocão" Pegoraro puxando a fila, sendo seguido pelo paulista Adu Celso. Mais abaixo, encontrei o nosso querido Ademir "Perna" Moreira, acelerando sua motoca, provavelmente em 1977. Por fim, uma do pódio das 12 Horas de 1984, mostrando os irmãos Friedrich em primeiro plano.
 
Não deixem de visitar o site da AGA. Tem muito mais.
 



 

Fonte das imagens: http://www.autodromodeguapore.com.br/novo/index.php

sábado, 28 de julho de 2012

Escapando a traseira até nas retas...

A turma chegou bem perto de acertar o último Desafio. O Fabiano Guimarães, que inclusive é o autor da terceira foto deste post, informou que o trio que pilotava o Fiat Oggi seria o Giuseppe Marinelli, o Leonel Friedrich e o "Toninho" Da Matta. Foi por pouco, pois na verdade, foi o Cezar Pegoraro que fechou esse trio com os dois primeiros, na prova Mil Milhas de 1985.

E foi o próprio "Bocão" que me escreveu algumas linhas sobre sua participação naquele prova. Vai, "Boca"!

"Seguinte: Corridas de endurance, muito pouco me atraíram durante meu período esportivo. Assim mesmo, corri muitas delas, porém Mil Milhas Brasileiras, apenas essa.

Creio que larguei em 36º, mas lembro com certeza que uns 40 minutos após a largada (zero hora), andei na ponta até às 2:00 e pouco, quando o Leonel assumiu e manteve a ponta até a quebra do câmbio. Na real, isso só aconteceu porque chovia muito e eu, com um carro leve, fui favorecido.

Foi muito legal andar na ponta dessa corrida com um Fiat Oggi, na frente de carros muitas vezes mais potentes do que aquela saboneteira, que saía de traseira até nas retas..."

No fim das contas, mesmo com várias voltas perdidas, terminaram em 18º no geral e em 4º na categoria.

Abaixo três registros daquela prova e um último, de 1984, mostrando "Bocão" já em ação com um Fiat Oggi da equipe Sada, durante sua participação no Brasileiro de Marcas, em dupla com Jorge Freitas.





Fonte das imagens: revista Auto Esporte, jornal Esporte Motor, arquivo Fabiano Guimarães e Cezar Pegoraro.

sábado, 21 de janeiro de 2012

F2 em Colonia

Eu achava que ninguém acertaria o último Desafio, mas um dos experts em Fórmula 2 Sulamericana que por aqui passam, o Granito, matou a charada.

Era mesmo o carro do Leonel Friedrich nos boxes improvisados do circuito de rua de Colonia, no Uruguai. Ao que consta aquela foi a única prova da categoria disputada por lá.

E quem levou a melhor naquela que era a 10ª e penúltima etapa do campeonato de 1986, foi o argentino Nestor Gurini, com seu Berta VW #31, fiel escudeiro do campeão Guillermo Maldonado.

Leonel foi o único não-argentino a vencer uma prova naquela temporada, justo em Tarumã, na segunda etapa. Além de Leonel e Gurini, os demais vencedores foram Miguel Angel Guerra, com duas vitórias, Guillermo Kissling, com três e Maldonado com quatro.

Estava difícil segurar "Yoyo" naquele ano.

Abaixo mais uma do "Alemão" e duas de Gurini na pista e no pódio.




Fonte das imagens: revista Corsa.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Rio Grande na cabeça

Na última terça lembrei da prova de abertura do Campeonato Sulamericano de Fórmula 3 de 1987. Depois, dando uma olhada nos e-mails, encontrei essas preciosidades, enviadas pelo Roberto Mantovani. São também de 1987, registros feitos durante os treinos e mostram os dois expoentes daquele período, Leonel e Maldonado. Vejam os detalhes. O cara abastecendo o carro do "Alemão" não é o Mario Biagini, que era um dos donos da equipe INI? E aquela cuia pintada no casco do gaúcho?! Era difícil aparecer nas fotos. Quem deve ter pintado esse casco foi o Marquinhos da Sprint. E a simplicidade do box do Maldonado? Se não me engano esse carro está no Museu do Fangio lá na Argentina.

Essas fotos de baú são um barato.






Fonte das imagens: arquivo Roberto Mantovani.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Caminhada para o título

26 de Abril de 1987, autódromo de Cascavel, Paraná. 1º Etapa do Campeonato Sulamericano de Fórmula 3. Aquela era a quinta temporada da principal categoria do continente, que até então acompanhara um massacrante domínio argentino, tanto em pilotos, motores, chassis, etc. As apostas para o quinto título mostravam nomes conhecidos como Maldonado, Sommi, Croceri, Kissling, entre outros, mas o gaúcho Leonel Friedrich seria o responsável por escrever a história daquele campeonato de forma diferente.

Competindo pela equipe argentina INI, Leonel tinha um bom equipamento em mãos e teria de dar o melhor de sí para sonhar mais alto naquela temporada e a prova de Cascavel acabou sendo a oportunidade perfeita.

Apenas 16 pilotos estavam inscritos naquela prova. 12 argentinos e apenas quatro brasileiros (Leonel, "Bocão" Pegoraro, Pedro Bartelle e Pedro Muffato). O campeão de 1986, Maldonado, dominou os treinos e marcou a pole position com o tempo de 1min02s21. Croceri largava em segundo com 1min02s75. Abrindo a segunda fila estava o gaúcho Leonel, com 1min02s77.

Com a primeira fila dominada pelos "hermanos", parecia que o público assistiria mais uma vitória argentina, mas já na largada o jogo começava a virar. Com uma largada espetacular, Leonel conseguiu chegar na curva 1 disputando posição com Maldonado e o ultrapassou por fora, assumindo a ponta. Por lá esteve durante 10 voltas, sempre mantendo Maldonado pouco mais de um segundo atrás. E foi na volta 11 que parecia que tudo estaria perdido. Ao passar por uma mancha de óleo na entrada da curva 2, feita em última marcha, o Berta #6 da Ipiranga derrapou e Maldonado acabou ultrapassando o gaúcho. Por instantes ele pensou estar com um pneu furado e quase entrou nos boxes, o que acabaria com suas chances na prova, mas logo depois se deu conta do que havia acontecido e tratou de buscar a aproximação a Maldonado. Leonel conseguiu se aproximar, mesmo com o argentino fazendo sua melhor volta na prova. E por uma ironia do destino, aquela mesma mancha de óleo seria a aliada de Leonel. Na volta 18 Maldonado passou por sobre a mancha e Leonel retomou a liderança para não mais perdê-la. Além disso marcou a melhor volta da prova (40ª) com 1min02s72, tempo melhor do que conquistado na classificação.

Leonel venceu seguido de Maldonado, Croceri, Benamo, Sommi, Furlan, Scarazzini, Bartelle, Muffato e Cingolani, os 10 primeiros.

O resultado final do campeonato todos sabem, Leonel sagrou-se campeão, mostrando que a pilotagem brasileira em nada devia aos vizinhos castelhanos.





Fonte das imagens: revista Corsa.

sábado, 3 de setembro de 2011

Vitória histórica

A turma ficou na dúvida se era 1985 ou 1986, mas o Granito foi taxativo e confirmou que se tratava de 86, ano daquela histórica vitória do gaúcho Leonel Friedrich. Nem tanto pela própria vitória, obtida após problemas com o carro de seu maior rival, Guillhermo Maldonado, mas por vingar a amarga derrota da prova de 85, quando liderava a prova e acabou sendo ultrapassado pelo próprio Maldonado na última volta. Aquela não poderia ter escapado.

E foi com esse pensamento que a torcida gaúcha entupiu o Tarumã no dia 20 de Abril daquele ano para acompanhar a segunda etapa do campeonato Sulamericano de Fórmula 2 e ver mais uma vez o duelo entre brasileiros e argentinos. Maldonado alinhava na pole position, tendo Leonel ao seu lado. A seguir uma fila de hermanos. Leonel estava cercado pelos inimigos.

Dada a largada, os dois primeiros no grid dispararam na ponta, com Leonel colado em Maldonado. Por 31 das 33 voltas, o gaúcho não desgrudou do Berta #1 e, como num daqueles filmes de Hollywood, o "vilão" argentino teve problemas com seu carro e acabou sendo ultrapassado pelo "mocinho" que corria na frente de sua torcida. Mais duas voltas e a bandeira quadriculada apareceu primeiro para o gaúcho, deixando o autódromo num clima de grande festa.

Além da vitória, Leonel fez também a melhor volta, com o tempo de 1min00s940, novo recorde oficial para o autódromo naquela época.

As imagens abaixo mostram alguns lances da prova, como o momento da ultrapassagem, Leonel sendo carregado nos braços e a lamentação de Maldonado, que acabou concluindo na terceira posição.








Fonte das imagens: arquivo revistas Quatro Rodas e Placar.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Navegando pela web...

Vocês viram? O Humberto Corradi enviou essa para o Flávio Gomes dias atrás, mostrando o Leonel durante sua passagem pela Fórmula 3 Inglesa no distante 1973. Esse é o segundo registro em cores que encontro do "Alemão" a bordo do March 733. Demais...

Fonte da imagem: arquivo Humberto Corradi, publicado no Flávio Gomes.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Revolução Farroupilha

As cores do capacete tem muito a ver com a data de hoje para os gaúchos. O cara dentro dele tem muito a ver com a história do automobilismo gaúcho.


Fonte da imagem: revista Auto Esporte.

sábado, 18 de setembro de 2010

Agora é comigo

Foi o que disse Leonel Friedrich, nos treinos livres para a última prova do Turismo Especial Gaúcho (TEG), que foi disputada em Tarumã, no dia 22 de Novembro de 1981. Ele havia dado poucas voltas, suficiente para marcar o tempo de 1min20s11. Havia muito vento. Ele dizia que o trabalho dos preparadores Romeu e Dino Di Leone estava muito bom.

Depois de alguns anos afastado das pistas, Leonel, que é a resposta para o último Desafio, já havia feito algumas provas no Torneio Passat e aquela foi a única participação do piloto na categoria naquele ano.

Na classificação, Leonel novamente andou muito e fez a pole position, quebrando o recorde da categoria em Tarumã. Venceu as duas baterias com grande facilidade, abrindo boa vantagem para Bruno D'Almeida que chegou um segundo nas duas oportunidades. Tadeu Matuzalém foi o terceiro em ambas.

O Marcelo Vieira ajudou a identificar outros pilotos na imagem: Arnaldo Fossá, Luis Marcelo Dias, Fernando Soares, Antônio Ody, Cláudio Ely, José Roque Bresolin, Luis Carlos Paré Rodrigues, Renato Becker e João Carlos de Andrade.

Irineu Bohnenherger, Winetou Zambon, Alilio Freitas, André Pretto, Ronaldo Nique entre outros também competiram naquela temporada.

O título da TEG ficou com Cláudio Ely (179 pontos), à frente de Bruno D'Almeida (112), Tadeu Matuzalém (94), José Roque Bresolin (59) e Antônio Gilberto Ody (56).

Aquela foi a última prova de Leonel antes de ingressar na Fórmula 2 Brasil, com o Muffatão Passat também preparado pelo Dino.


Fonte das imagens: jornal Zero Hora e revista Quatro Rodas.

sábado, 17 de julho de 2010

Paddock Hill

Para aquele que, no meu julgamento, seria o Desafio mais difícil do blog até então, a turma se superou e acertou a pista, o carro, o piloto e tudo o mais. Vocês são craques!

Bom, era mesmo nosso "Alemão" Leonel Friedrich, tentando um traçado diferente na famosa curva Paddock Hill em Brands Hatch, durante sua passagem pela Fórmula 3 Inglesa, em 1973.

Já falamos algumas vezes sobre essa tentativa do Leonel em fazer carreira na Europa, que acabou não durando mais do que um ano, mas o suficiente para ele obter bons resultados, três melhores voltas, uma vitória em Oulton Park e um vice-campeonato de um dos torneios que participou.

Aí dia desses, navegando pela web, entrei no fórum do site da Autosport.com. Encontrei aquele registro e mais alguns clicks do gaúcho em plena atividade nas pistas britânicas. Nunca tinha visto nada tão bom quanto isso. Tem até uma com um autógrafo.





Demais, não?

Fonte das imagens: http://forums.autosport.com/