sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A primeira da F2 Codasur

Conforme publiquei na última Quarta, o Mário Estivalét enviou um e-mail com algumas imagens da Inauguração de Tarumã, da Copa Brasil de 71 e outras que ele não lembrava muito bem quando tinha sido. Pois vou ajudar o Mário a identificar os achados dele. O Mário tinha em seu baú - e não sabia - imagens do primeiro confronto entre brasileiros e argentinos em uma prova da Fórmula 2, disputada em Tarumã no dia 17 de Outubro de 1982. Vejam que barato. Nas imagens é possível identificar alguns carros. Vamos ver o que consigo:


A primeira aí em cima mostra provavelmente a volta de apresentação. Consegui identificar, na sequência, o #1 do pole Alberto Scarazzini, encoberto por ele está o #70 do Luis Di Palma. Depois aparece o #7 do Ronaldo Ely, o #3 do Leonel Friedrich e o #23 do Juan Manuel Fangio II, o carro que parecia uma McLaren. Dá para ver também alguns outros como o azulzinho do #25 do Josué de Mello Pimenta, tendo ao seu lado o #12 do "Chico" Feoli. Mais atrás, lá em cima, aparecem também o amarelo do Adu Celdo e o preto do Dárcio dos Santos. Na fila de trás dá para ver, fazendo um esforço o branco e vermelho do Cézar Pegoraro.


Aqui já parece ser a largada e parece que Scarazzini disparava na ponta.


Aqui vemos alguns carros mais de perto. O amarelo #72 é o vencedor, Miguel Angel Guerra. O #22 é Guillermo Maldonado. Aparecem também o #17 de Pedro Passadore e o #11 de Dárcio dos Santos.

Ops, olhem o "Chico" Feoli escapando no meio do Tala!


Encerro com uma da Turismo 5000 que correu no mesmo dia. Se vocês lembram, essa foi a prova na qual alguns pilotos do Campeonato Paulista vieram correr com os gaúchos. É possível ver o #24 do Cláudio Duarte, o #7 do José De Léo, o #14 do Edison Tróglio e o #13 do Luiz Fernando Tróglio. O último lá atrás é o Maverick #86 do paulista Alberto Takashira.

Demais esses achados. Vejam o que tinha de gente no Tarumã. Eu também estava lá. Tomara que venham mais imagens lá do baú do Mário.

Valeu, Mário!

Fonte das imagens: arquivo Mário Estivalét.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O Lorena do Mário

Transcrevo aqui o e-mail recebido do amigo Mário Estivalét (que para quem não lembra é o cara dos Lorenas e da Fórmula Vê) há poucos dias.

"Leandro, Viva!!!!!!!!!

Alguns dias atrás (08/julho) você "postou" algumas fotos da prova extra da Copa Brasil, realizada em Tarumã. Lembrei que tinha em algum lugar umas fotos e fui "caçá-las". Achei! São algumas fotos dos treinos, no dia anterior à prova, onde eu fui com minha Lorena. Estou te mandando as oito fotos que eu tenho dos carros, Lolinha com Emerson, Lola T70, Royale, Porsches, etc. Os carros estão pequenininhos nas fotos, mas interessante mesmo é ver o cenário do autódromo, ainda mais vazio durante os treinos (se não me engano esta foi a terceira prova realizada em Tarumã). Claro, junto está uma foto da minha Lorena tirada naquele dia, logo à direita dos boxes!!!!! Um grande abraço e muitos anos de sucesso.

Mário Estivalét"







Agora uma observação, que me dei conta depois de responder e agradecer ao Mário. Essas duas aí embaixo são do dia 08 de Novembro de 1970. Repararam? Olhem que interessante essa primeira.


Agora vejam essas duas que encontrei aqui nos meus achados: vejam o Bentley, com o então governador Walter Peracchi Barcellos, rompendo a fita inaugural do autódromo e os carros na sequência.



Ou seja, aquela imagem deve ser a preparação dos carros para cruzar a linha de chegada e inaugurar a pista. Esse local parece ser o trecho entre as curvas do Tala e 8, ou mesmo 8 e 9. Alguém que esteve lá deve saber. Definitivamente, o Mário estava na inauguração do Tarumã. Vejam o Porsche #65 do Mário Olivetti nos boxes abaixo.


Valeu, Mário!

Ainda tenho mais alguns "achados" que ele me enviou. Publicarei na sexta.

Fonte das imagens: arquivo Mário Estivalét e jornal Esporte Motor.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O nascimento do MCR

Após a saída da Swift UK, Luiz Fernando Cruz, mudou totalmente seu rumo. Se mudou para os Estados Unidos e passou a se dedicar a outros negócios que não o automobilismo. Entretanto, em 1994 encontrou o amigo Oswaldo Negri Júnior que competia na Fórmula 3 Mexicana. Este o convidou para dar o suporte técnico durante toda aquela temporada e lá foi Cruz para o México, mas apenas nos finais de semana.

A equipe era a Prometeo que tinha além de Negri, o irlandês Derek Higgins na pilotagem dos carros. Curiosamente, Higgins havia sido concorrente de Cruz na Fórmula Ford 1600 em 1987. O time acabou sendo o vice campeão da temporada 94. Cruz também deu suporte ao piloto da equipe na Fórmula Renault, o mexicano Horacio Richards, que acabou campeão.



Mais cinco anos afastaram Cruz das corridas até que o velho amigo Michel Ligonnet, piloto da Fórmula Renault em 88, que correu com o primeiro carro totalmente projetado pelo gaúcho, o convidou para acompanhar as 24 Horas de Le Mans, em Junho de 1999, onde Michel correria com um Porsche 911 GT2.


A experiência de Le Mans trouxe à tona uma ideia antiga de construir um protótipo. Cruz já estava morando novamente no Brasil (desde 1997) e num encontro casual com o construtor Ademar Moro, veio a proposta de uma parceiria. Cruz entraria com o know how e Moro com a estrutura para fazer o protótipo. Isso foi em Julho de 99. O objetivo era estrear o carro nas 12 Horas de Tarumã, que seriam realizadas cinco meses depois.

Cruz ainda lembra que não conseguiu ficar sem meter a mão na massa, pois queria ver o protótipo nascer, e acabou, ele e Moro, ficando noites e fins de semana construindo o primeiro MCR. Depois de muito serra-e-solda-ferro, o carro ficou pronto no final de Novembro, uma semana antes das 12 Horas. O carro foi para a oficina do Luciano Mottin, que desde então participa ativamente dessa história. A equipe foi para a pista testar e o carro se comportou muito bem. Viraram tempos de ponta já de cara. Fazia sete anos que Cruz não pilotava, desde sua saída da Swift. Mas como ele diz, pilotar é como andar de bicicleta ou esquiar, uma vez aprendido, não se esquece mais. Porém ocorreu a quebra de um rolamento de roda o que fez o carro sair reto na curva do Laço. Uma pancada na barreira de pneus acabou com a carenagem. Cruz teve de virar sete dias e sete noites para fazer uma carenagem nova, sem molde nem nada, tudo na mão, poliuretano, fibra e lixa.


O carro ficou pronto na véspera. Cruz preferiu não correr e cedeu seu lugar a João Sant'Anna, ficando concentrado no trabalho de box. O carro venceu a prova com 11 voltas de vantagem. A esta altura Cruz já trabalhava na montagem do MCR grande, que inicialmente teria um motor BMW M3 e mais tarde o Chevrolet V8.


Cruz ficou com o chassis do carro grande e comprou um motor V8, câmbio, freios, etc e tentou por quatro anos fazer um esquema forte. Mas precisava de parceiros. O carro era o protótipo mais veloz do Brasil, mas mesmo fazendo todas as pole positions possíveis, quebrava muito a transmissão e abandonava as provas, sempre na ponta. Foi o carro mais veloz das Mil Milhas em 2003. A equipe, composta por ele, Rodrigo Ribas, Walter Soldan e Fernando Parra, com Egon Herzfeldt na preparação, não fez a tomada de tempos, mas baixou em 1,5s o tempo da pole no warm-up. Na prova, após sensasional recuperação, a equipe abandonou depois de quebrar a fixação da roda. Com esse time o carro teria tido grandes chances se houvesse mais tempo para trabalhar.


Na sequência veio a vitória no Torneio de Verão de Tarumã. Depois disso, Cruz fez a carenagem fechada e andou apenas nos 500 Km de Interlagos e acabou vendendo o carro para uma equipe de Sao Paulo em 2004.




Enquanto isso os chassis MCR menores ganhavam inúmeras provas e campeonatos, principalmente no Sul do país. Foi Tri-Campeão da Brascar (2001, 02 e 03) e Hepta Campeão das 12 Horas de Tarumã (1999, 2001, 02, 03, 04, 07 e 08).

Foi em 2004 que Cruz foi procurado pelo inglês Matt Manderson, que era gerente da BAR-Honda, para fazer um projeto para a categoria Sport 2000 inglesa. Eles assim criaram a MCR UK (Manderson Cruz Racing). O projeto, embora se assemelhe com o MCR brasileiro, possui muitas diferenças técnicas, a suspensão traseira, motor, câmbio e principalmente quanto ao seu peso, cerca de 100 Kg mais leve, pois lá o peso mínimo é de 500kg. Foram enviados aqui do Brasil dois carros no inicio de 2005. Após a montagem do primeiro carro Cruz foi para Silverstone, para a segunda etapa do campeonato.


Eram 40 carros no grid. Matt largou em sétimo e terminou em quinto. Na prova seguinte em Donnington Park, largou em quinto e chegou em terceiro (primeiro podium. Na prova seguinte, enquanto liderava, saiu reto na chicane e estragou bastante o carro. A vitória era certa mas ficou adiada.

Matt ficou algumas etapas sem correr, pois teve que arrumar o carro e um dos patrocinadores retirou o apoio. Matt voltou na última etapa, o Festival de Brands Hatch. Eram 70 incritos, com baterias classificatórias e final. Ele largou a final em terceiro, passou dois na curva Paddock Bend e disparou na frente. Abriu uma boa vantagem sobre os demais, até que o motor quebrou. Mais uma vitória certa e dessa vez na mais importante prova.


Como os planos de patrocínios não deram certo, Matt acabou vendendo tudo para Clive Hayes, que montou uma oficina em St. Davids, País de Gales. Após um par de anos de investimentos em infra-estrutura, em 2009 a equipe veio com mais força.

A equipe esteve expondo nas duas últimas edições do Autosport Racing Car Show em Birmingham. Hoje já são cinco carros prontos. Muitos componentes ainda são enviados do Brasil para lá, mas as carenagens e os quadros, por exemplo, ja são produzidos lá.

A vitória de Chris Yarwood em Silverstone há poucas semanas, com Patrick Sherrington completando o podium em terceiro, colocam a equipe MCR entre as mais fortes da categoria.


Além do MCR, em 2007 Cruz construiu um novo protótipo para competir no Brasil, o LFC Tornado com motor da moto Suzuki Hayabusa. Com ele vem participando de provas até então, ao lado do piloto Cali Crestani, um dos incentivadores do projeto e responsável pela última pole do carro em Tarumã, há poucas semanas.



Termina aqui a história do piloto-engenheiro Luiz Fernando Cruz. Ele ainda se mantém na ativa e muito tem contribuido para a divulgação do automobilismo gaúcho dentro e fora do Brasil.

Agradeço a atenção dele enviando todo esse material fotográfico, bem como todas as informações para compor toda a trajetória dele nas pistas.

Valeu, Cruz!

Fonte das imagens: arquivo Luiz Fernando Cruz.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Do cockpit para a prancheta

O inédito título de campeão obtido na Inglaterra e a boa repercussão causada aqui no Brasil, não foram suficientes para fazer com que os patrocinadores de Luiz Fernando Cruz se sensibilizassem e continuassem apostando na carreira do talentoso piloto. Sendo assim não havia muito o que fazer. Sem dinheiro, sem corridas.

As corridas eram a vida do piloto gaúcho e ele tinha de fazer alguma coisa e seguir em busca dos seus objetivos. Deixou temporariamente a família aqui no Brasil (sua esposa estava grávida) e voltou à Inglaterra, no início de 1988, período de dura crise na economia brasileira.

Chegando no seu destino, procurou ficar por dentro dos acontecimentos. Não havia dinheiro para correr, apenas para viver. Havia propostas de equipes na Fórmula 3, onde havia feito testes após o título da Fórmula Ford, entretanto ele necessitava ter 1/3 do orçamento para correr, o que não havia. Várias equipes e construtores tinham suas sedes dentro ou muito próximas do autódromo de Snetterton, onde havia estado no ano anterior, como a International Motorsport, Pacific Racing, Van Diemen e Swift Cars. Num raio de 30 km ficavam também a Lotus, Lola, Spice entre outras.

Cruz chegou a receber uma proposta da Swift para pilotar de graça um Fórmula Ford 1600, mas ele achou que não valeria a pena repetir a categoria, pois já estava passando dos 30 anos de idade. Mesmo assim acabou ficando na Swift, mas o que ele iria pilotar seria a prancheta.

A Swift UK começou como revendedora do modelo Swift americano em 1986. Durante dois anos eles não modificaram nada nos carros, mas em 1988 eles resolveram fazer seus próprios projetos, entretanto o projetista da fábrica havia deixado o cargo para trabalhar na McLaren e foi aí que Cruz entrou na história.

Eles tinham um novo modelo do câmbio Hewland, denominado LD200, porém era necessário fazer todo um trabalho de adaptação deste ao carro. Cruz foi o responsável pelo projeto. Os resultados foram muito animadores. O carro foi campeão Europeu de FF1600 com o piloto inglês Richard Dean em 1988 e vice campeão Inglês de FF2000 com o brasileiro Elio Seikel.

Já totalmente engajado nos projetos da Swift, no segundo semestre de 88 Cruz projetou o novo Fórmula Renault que naquele ano mudava o regulamento para multimarcas de chassis. A estreia seria com a pole position do piloto francês Michel Ligonnet, em Nogaro, na primeira etapa do campeonato Francês de 1989. Michel foi o quarto colocado ao final do campeonato com o único Swift, vencendo 2 provas. Abaixo o carro de Michel.


Foi também em 89 que a Fórmula Renault estreava na Inglaterra e lá, os carros da Swift, projetados por Cruz, venceram provas e marcaram melhores voltas nas mãos dos pilotos Neil Riddiford e Dave Coyne. Abaixo, Cruz aparece testando o Fórmula Ford 2000 na pista de Pembrey e logo abaixo vemos o chassi de 1990 da mesma categoria.



Em 1990 Cruz projetou o novo FF1600 com o qual Dave Coyne venceu o World Festival.




Enquanto isso, o brasileiro Thomas Erdos vencia o Campeonato Inglês de Fórmula Renault. Cruz lembra que o interessante daquele ano é que os principais pilotos das fábricas da Fórmula Renault eram brasileiros, pois além de Erdos, Paulo Carcasci era o da Van Diemen (conquistando o vice) e José Cordova era o da Reynard. Ainda naquele ano a Swift bateu o próprio recorde de carros construídos, 64. Cruz lembra ainda que em 1988, eles começaram com apenas 10 carros ao longo do ano. Na época de Cruz, passaram pela Swift, além dos pilotos já citados, outros como Mika Salo, Adrian Fernandes, Oswaldo Negri, Terry Fullerton, Bobby Verdon-Roe, entre outros.

O então engenheiro não perdia as vezes de piloto e testava na pista suas melhores ideias. Abaixo um teste no Fórmula Renault de 1990 em Brands Hatch e nas imagens seguintes a vitória de Thomas Erdos.





Em 1991, o já bem sucedido piloto e projetista Luiz Fernando Cruz, desenhou o novo Fórmula Renault antes de deixar a empresa, quando da mudança da fábrica para o norte da Inglaterra, em Chesterfield, e da troca de dono. A nova swift não durou muito depois disso, encerrando as atividades poucos anos depois.


Em breve os novos projetos e a continuação dessa história.

Fonte das imagens: arquivo Luiz Fernando Cruz.

domingo, 2 de agosto de 2009

Desafio da Semana

Essa é uma das imagens mais sensacionais que já vi de Tarumã. Alguém sabe quando foi isso e quem foram os responsáveis pelo duelo?


Mãos à obra!

sábado, 1 de agosto de 2009

Divisão 1 - 1974

O último Desafio foi cortesia do Pietro Tebaldi e seu incrível acervo sobre a história do automobilismo, especialmente de Cascavel. Em meio ao material, encontrei essa imagem aí embaixo de Tarumã. Durante uma semana a turma deu seus palpites, enquanto eu ia procurando alguma coisa por aqui.


Pelo que consta, essa prova foi disputada no dia 6 de Outubro de 1974. Não sei se foi exatamente essa a prova denominada Taça Souza Cruz que correu o Brasil com suas provas longas. Tenho dúvidas, pois não foram todos os carros que tinham o adesivo da Hollywood. Na verdade eram poucos. A corrida valeu também pelo Gaúcho de Divisão 1.

O grid de largada, que devia estar lotado, mostrava alguns carros. O primeiro identificado foi o Maverick #96 da dupla Norman Casari/Mauro Sá Mota. Pelo que consta, eles chegaram em nono lugar ao final. Depois aparecia o Maverick #90 da Fazenda Sossego de Brasílio Terra e Emílio Boeckel. Ao seu lado aparecia o Maverick #2 de Luiz Estevao Oliveira e Paulo Guaraciaba. Na fila seguinte aparecia o também Maverick da Mate Leão de Luis Moura Brito e (provavelmente) Carlos "Dado" de Andrade, o Opala #4 que gerou uma dúvida e pode ser de Edson Graczyk/Celso Frare ou Reinaldo Campello/Edgard Mello Filho e o Opala #12 de Marino Schunck, mas desconheço seu parceiro. Seria o nosso amigo Roberto Giordani? Por fim aparece o Maverick #47 do trio "Janjão Freire", Renato Conill e Joaquim Fonseca.

A classificação final da prova foi a seguinte:

Classe A - Rommel Pretto e Arlindo Pretto, Chevette (Gaúcho e Brasileiro)

Classe B - Geraldo Duarte e Renan Duarte, Opala (Gaúcho); Eduardo Domingues e Henrique Câmara, Alfa Romeu 2300 (Brasileiro)

Classe C - "Janjão" Freire/ Renato Conill/ Joaquim Fonseca, Maverick (Gaúcho); Paulo Gomes e Antônio Castro Prado, Maverick (Brasileiro)

Caçando nos arquivos, encontrei alguns registros. Vamos a eles.






Nas várias imagens aparecem os Chevettes de Rommel e Arlindo Pretto (#56), o de Alcides Gasparotto (#18), Joel Echel e Paulo Hoerlle (#89), o Alfa (#11) dos cariocas Domingues e Câmara e o Maverick #47 de "Janjão"/Conill/Fonseca. Por fim encontrei uma na qual aparece o paranaense Moura Brito, em uma prova de Super Vê em Tarumã. Vale pelo registro.

Tudo isso há 35 anos...

Fonte das imagens: arquivos Joel Echel, "Janjão" Freire, Pietro Tebaldi e livro Loucos por Velocidade.