terça-feira, 23 de setembro de 2008

Saudades do autorama

Nunca tive um autorama. Na minha época de guri, o brinquedo não era muito barato e minha vontade de acelerar os carrinhos era saciada quando alguns amigos do meu bairro se reuniam lá em casa, lá por volta dos meus 12 -13 anos. Eles tinham as pistas e os carros (todos da Estrela, com os F1 da época do Piquet. Havia também um Fiat 147 dos mais antigos), eu tinha um bom espaço nos fundos da casa e muitas idéias. Juntávamos todas as pistas e fazíamos uma enorme, com curvas inclinadas, túneis, placas publicitárias, tinha tudo. Boa parte das corridas era de longa duração, para que todos pudessem participar, se revezando no controle do carrinho. A brincadeira acabava quando o transformador começava a dar aquele cheiro característico de fio queimado. Aí todo mundo ia fazer outra coisa, enquanto ele esfriava.

Lembro também de quando íamos na Hobby Brinquedos, que ficava na Avenida Azenha. Lá havia uma pista enorme, com umas quatro fendas e corriam desde os "estrelinhas" até os envenenados, que agora não me recordo o nome. Era outro mundo, muito mais veloz do que a nossa realidade permitia, mas era um barato.

Pois o Ricardo Bifulco me fez lembrar daquele tempo bom, em que não se tinha muito compromisso com nada, além das notas da escola. Ele me enviou algumas fotos das carreteras do Catarino Andreatta/Breno Fornari (Mil Milhas 1956) e do Orlando Menegaz/Italo Bertão (Mil Milhas 1961) feitas para autorama. Vejam abaixo.


Os carros são da escala 1/32, construídos por ele mesmo para homenagear estes ídolos do automobilismo brasileiro. O Ricardo me contou que a carretera Galgo Branco teve a honra de ter sido autografada pelo Sr. Breno Fornari e pelo Sr. Luis Fernando Andreatta, quando ele esteve em Porto Alegre no ano de 2005. Eu acredito que ele deva morar em São Paulo ou no Rio. Por favor, confirme, Ricardo.

Aí está mais um excelente exemplo de preservação da memória do automobilismo gaúcho e brasileiro.

Descobri também que o Ricardo não fez só essas carreteras. Dêem uma olhada no Blog do Rodrigo Mattar e descubram outra relíquia produzida por ele.

Valeu, Ricardo! E parabéns por esse belíssimo trabalho.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Baixou o Minuano no Tarumã

O Domingo estava mais propício para uma competição de wind car do que para automobilismo. Ventou forte ontem durante todo o dia no autódromo. A chuva, felizmente, caiu apenas no início da manhã. Quando os Fuscas deram a primeira largada a pista ainda estava bastante molhada, mas o trilho seco foi se formando e não houve nenhum problema para a pilotada.



Os Fuscas e a Fórmula 1.6 continuam com grids discretos, mas em ambas as categoria a briga pela ponta foi intensa. Na Classic, que contou com a presença de alguns carros de São Paulo, o grid tinha um bom número de carros e, com poucas exceções, os pilotos não quiseram saber de poupar as relíquias e voaram baixo pela pista.


O Marcas, que é para muitos a principal atração do festival, não confirmou o grid superior aos 40 carros como previsto (alinharam 35), mas nem por isso faltaram disputas e emoções. Um pena as várias interrupções motivadas pelas batidas que neste Domingo se concentraram entre as curvas 1 e 2, tirando vários carros da prova.


Em meio aos amigos que encontrei, pude falar com o Paulo Schutz, um dos "Mestres do Blog", conforme os assíduos já puderam constatar. Para quem não o conhece, tratei de preparar um click com ele.


Aproveito para mandar um abraço ao Marcos Mosquetta, ao Oscar Moreira, do Bate Roda, ao Perna, ao Paulo Rotta, que infelizmente não acelerou nesta prova, ao Fernando, que me emprestou uma relíquia que em breve vocês verão aqui, ao "Beto Pareci" e ao Rodrigo Ribas, que fez vários elogios a este modesto espaço. Valeu, pessoal! Dia 26 de Outubro tem mais.



Os resultados de todas as provas podem ser vistos no site da APPA-RS.


Fonte das imagens: Leandro e Giovanni Sanco.

Rallye Volta da América: 29 mil quilômetros de superação


Durante 39 dias do Rallye Volta da América, em 1978, diversos foram os obstáculos a serem superados, como frio intenso, falta de ar, e trechos quase inacessíveis. Os detalhes dessa aventura estão no livro comemorativo à passagem dos 30 anos da prova que ficou marcada como o maior rallye automobilístico da história.

Os participantes tiveram muitas dificuldades para percorrer os 29 mil quilômetros programados. A dupla gaúcha formada por Christiano Nygaard e Neri Reolon superou o desafio e conquistou o título na classe A para veículos até 1.300 cm3.

Uma das primeiras grandes adversidades foi no trecho entre Cuiabá Manaus. Os pilotos encontraram um atoleiro em estrada de chão, o que dificultou a conclusão dos 2.300 km programados.

- Muitas carroças e vacas passaram pelo traçado, facilitando o atoleiro. Nós demoramos cerca de três horas para concluir 15 km – conta Neri Reolon.

A altitude venezuelana também dificultou o trabalho da dupla. Durante o trecho, 5.400 metros acima do nível do mar, o pneu do Volkswagen Sedan 1300 L de número 110 furou. A falta de ar colaborou para que uma simples troca de pneu se tornasse praticamente um martírio.

- A gente fazia um pouco do trabalho e parava para respirar. Foi assim durante uns 15 minutos, quando conseguimos calçar o carro novamente e continuar a prova – recorda Reolon.

Dos 65 participantes, somente 22 concluíram a prova. Os trechos eram longos, sendo que um deles durou 36 horas, entre Bariloche e Ushuaya. Os pilotos paravam apenas para abastecer.

O livro, de autoria dos amigos Renato Pastro e Paulo Torino, será lançado amanhã no Museu de Tecnologia da Ulbra em Canoas.


Fonte das imagens: divulgação.

domingo, 21 de setembro de 2008

Desafio da Semana

Piloto, categoria, ano... Sem dicas, pois vocês estão sabendo demais.


Mãos à obra!

sábado, 20 de setembro de 2008

Régis Schuch

Estou pensando em trocar o nome da seção Desafio para alguma outra coisa, pois a turma aqui é muito forte e não deixa passar uma. Impressionante.

O nome do piloto daquele Alfa 2300 era realmente o Régis Schuch, que fez um trio com os pilotos Cleber Mansur e Renato Barros nas 25 Horas de Interlagos de 1974. Sim, 25 Horas! Se uma 12 já é cansativa, imaginem 25.

Bom, foram muito poucas as informações que consegui resgatar sobre a carreira desse gaúcho que iniciou no automobilismo em Passo Fundo, correndo com um Gordini azul marinho, lá por 1968. Naquele ano ele participou de algumas competições importantes como a Prova Antoninho Burlamaque e as 12 Horas de Porto Alegre, em dupla com Gilberto Hoff, sempre com o Gordini.

O Paulo Trevisan, que é lá da terrinha, me conseguiu alguns detalhes de uma prova, disputada no dia 29 de Setembro daquele ano, a III Prova Estreantes de Passo Fundo, na qual o Gordini do Régis correu na Classe A, pilotado pelo João Roberto Schmidt, o "Schmitão", de Porto Alegre que chegou na 6º posição. Inclusive a imagem abaixo mostra a disputa no circuito da Avenida Presidente Vargas, tendo "Schmitão" à frente e o José Ari Ughini no DKW na sua cola.


Depois, na prova principal, os 300 Km de Passo Fundo, o Régis correu, mas não temos o registro de sua colocação final. Temos apenas uma imagem da premiação, que o Trevisan aproveita para perguntar ao pessoal da antiga quem estava nesta imagem. A Rainha da prova era da família Tasca e o Régis Schuch é o primeiro à esquerda de bigode. E os demais, quem identifica?


O "Janjão" Freire também me enviou alguns registros da prova em que eles formaram uma dupla. Foi nos 500 km de Joaçaba, em comemoração ao aniversário da cidade, disputada em pista de terra no dia 24 de Agosto de 1969. Na prova, o carro, que estava inscrito no Grupo 5 - Classe até 1300 cc, apresentou alguns problemas mecânicos no inicio, mas após conseguiu se recuperar e assumir a ponta, vencendo em sua classe.

Os resultados daquela prova foi o seguinte:
Grupo 6:
1º - Protótipo VW 1600 #01 - Vacili Vosniack/Tito R. Filho - Joaçaba;
2º - Protótipo VW 1600 #44 - Kurt Lindner/José Baldo - Joaçaba.

Grupo 5 - Classe até 1300 cc:
1º - Gordini #11 - Bruno Castilhos/Afonso Ebers - Curitiba;
2º - Corcel #22 - José A. Madrid/José L. Madrid - Porto Alegre.

Grupo 5 - Classe 1301 até 1600 cc:
1º - Fusca #90 - Régis Schuch/Antônio Freire - Porto Alegre;
2º - Fusca #43 - Giosepe Rosito/Moacir Rosemberg - Porto Alegre.

Grupo 5 - Classe 1601 até 3000 cc:
1º - Simca #34 - Nelson Barro/José L. De Marchi - Guaporé;
2º - Simca #95 - Luiz Tombini/Renato Schiper - Carazinho.


Referente aos anos 70 e 80, consegui identificar a participação do Régis em alguns campeonatos nacionais, desde a Divisão 1, em provas longas, até a Fórmula VW 1600 e também no Regional de Turismo, em 1985 em dupla com o Fernando Esbróglio, além de algumas 12 Horas de Tarumã, destacando a de 1987 quando foi o terceiro colocado na geral, pilotando ao lado de Maria Cristina Rosito e Paulo Hoher em um Passat.


Mas foi a partir de meados dos anos 90 que o nome do Régis Schuch voltou a aparecer com destaque dentro e fora do Brasil. Na liderança da Stuttgart, revenda Porsche de São Paulo, Régis voltou à pilotagem a bordo de um Porsche participando de provas como Mil Milhas em Interlagos e também em uma inédita participação de uma equipe brasileira nas 24 Horas de Daytona, em 1998, em parceria com André Lara Resende e Maurizio Sandro Sala. Nas Mil Milhas foi o vencedor em 2001 e 2002 com um modelo 911 GT3. Na primeira venceu ao lado de André Lara Resende, Max Wilson e Flávio Trindade e na segunda com Raul Boesel e Flávio Trindade. Além disso, foi o vice em 1995 e 97. Abaixo duas imagens de 2002.

Termina aqui uma breve retrospectiva sobre a carreira desse gaúcho que hoje é mais conhecido fora do estado e que sempre acelerou forte por onde andou. Agradeço ao "Janjão" e ao Trevisan me me passaram algumas informações e também imagens dessa trajetória.

Fonte das imagens: arquivo "Janjão" Freire, Paulo Trevisan, Enciclopédia do Automóvel - arquivo Família Tróglio, http://www.autodynamics.com.br/

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Festival de Corridas no Tarumã

Mais um Domingo imperdível para quem curte velocidade. Estarão na pista as categorias Fórmula 1.6, Copa Fusca, Marcas e Pilotos (com 40 carros no grid divididos entre Uno, Palio, Ka, Fiesta, Corsa, Celta, Polo e Gol) e a Fórmula Classic, que como falei aqui esses dias, terá a inédita participação de pilotos do campeonato de São Paulo. Não percam!


Para mais informações sobre os horários, acessem o site da APPA-RS.

Fonte das imagens: arquivo pessoal e www.formulaclassic-rs.blogspot.com/

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Tempo, tempo, tempo...

Admito que tem faltado tempo para melhor me dedicar a este espaço. Se eu tivesse mais tempo, faria mais pesquisas e publicaria mais posts. Mas essas últimas semanas têm sido bastante apertadas. Nem sempre consigo parar para escrever, portanto, não estranhem se eventualmente o Blog ficar sem atualização por um ou dois dias.

Hoje seria um desses dias, mas não queria deixar os blogueiros sem pelo menos um retorno. Para não passar o dia em branco, aí vai uma imagem - retirada aleatoriamente do baú do Blog - da Fórmula 3 em Buenos Aires, 1989, mostrando o "Alemão" Leonel na caça do argentino "encardido" Nestor Furlan. Posso estar enganado, mas acho que essa não foi a última etapa daquele ano, pois na última os hermanos alinharam um esquadrão YPF, numa clara patriotada para fazer o Furlan derrotar o solitário "Alemão".

E lá se vão quase 20 anos...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Formando talentos

Em 1984 Roberto Schmitz teve de, mais uma vez, se afastar do automobilismo. Os compromissos profissionais impediam sua participação regular e até 199.... participou (a confirmar) de uma única prova, na abertura do Campeonato Regional de Turismo, fazendo uma dupla com o compadre Roberto Lacombe no Chevette #66.

A paixão pelas corridas foi naturalmente passada de pai para filho e em 1991 Vinícius Schmitz fez sua estréia na categoria Kadet 56cc. O kartismo voltava com tudo na vida de Roberto, tanto é que em 1990, juntamente com o inseparável compadre, criou a Escola de Pilotagem Pareci, proporcionando aos guris, a partir dos 7 anos de idade, as emoções do kart.
Em 1996, já com a Escola reconhecida como formadora de novos talentos, "Pareci" investiu na idéia e iniciou o curso para pilotos de carros de competição. A partir daquela época, quando foi obrigado a "desenferrujar" para ensinar aos pequenos a arte da pilotagem, voltou a participar eventualmente em provas longas como 12 Horas de Tarumã e Brascar. Desde então colheu alguns bons resultados, competindo nos carros de turismo e protótipos.

1995 - 3º lugar nas 12 Horas - Categoria Opalas;
1996 - 3º lugar nas 12 Horas - Categoria Marcas;
1997 - 2º lugar nas 12 Horas - Categoria Força Livre;
1999 - 1º lugar nas 12 Horas - Categoria Turismo 2000;
2000 - 2º lugar nas 12 Horas - Categoria B;
2001 - 1º lugar na Brascar - Categoria Turismo 1600.

Acima vemos três imagens das 12 Horas. A primeira é de 1996, a segunda de 99 e a última de 2000.

Foi muito legal fazer essa retrospectiva do "Beto Pareci". O outro "Beto", o Lacombe, vinha me pilhando há tempos para falar sobre ele, mas faltava tempo de ir pegar o material que vocês puderam ver ao longo desses últimos dias. Quando pude, fui lá e fui recebido pela Jaque Lemos, jornalista e grande incentivadora de tudo o que tem a ver com automobilismo, que ainda hoje se emociona ao lembrar dos gurizinhos do tempo da escola de kart. Pretendo, em breve, contar a história da "Curva da Jaque", que fica no kartódromo do Tarumã, mas antes preciso conversar com algumas "testemunhas" desse causo.

Valeu "Pareci", Jaque e Lacombe!

Fonte das imagens: arquivo Roberto Schmitz, Roberto Lacombe e arquivo pessoal.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Motoring Art

Dia desses, fuçando no site do Museu do Automobilismo Brasileiro, do amigo Paulo Trevisan, encontrei algumas gratas surpresas. Uma série com pinturas, fotos estilizadas e caricaturas com o tema automobilismo, é claro.

Há vários trabalhos do Paulo Sollaris (me lembro dele do tempo das pinturas do Senna), Paulo Magro, Anísio Campos, Maurício Morais, entre outros. Vale muito a pena a visita. Entre tudo que vi, selecionei esse, que achei muito legal. Mais uma bela e justa homenagem do Maurício ao automobilismo gaúcho.


Para acessarem o site do Museu cliquem aqui.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

500 km de Tarumã - 1983

Os 500 Km de Tarumã de 1983 foram disputados no dia 20 de Novembro e contaram com a participação de 23 duplas oriundas das categorias Turismo 5000, Hot Car/TEG, Copa Chevette e Copa Fiat.

A prova marcou a estréia de Maria Cristina Rosito nas competições com automóveis no estado. Ela, que na época tinha apenas 16 anos, fizera, pouco antes, a estréia em Interlagos, em uma prova do recém criado Brasileiro de Marcas e Pilotos.


Mas outro fato, igualmente importante, ficou também registrado na história do automobilismo gaúcho: a vitória de Roberto Schmitz e Pedro Grendene. Foi mais ou menos assim que tudo aconteceu.

A equipe Pareci/Grendene, que naquela prova foi chefiada por Cezar Pegoraro, começou a mostrar sua força já nos treinos, marcando a pole position, à frente de outros fortes concorrentes. Completando a primeira fila alinhou o Passat de Fernando Soares/Carlos Alberto Fornari e na segunda fila alinharam o Passat de Cláudio Mueller/Odoaldo Aldado e o Gol de Cláudio Ely/Jackson Lembert.

Dada a largada, Arnaldo Fossá, que fazia dupla com Lárcio da Silveira, saiu da terceira fila e chegou à liderança logo na curva 1, mas a posição foi mantida apenas por algumas curvas. Na primeira passagem a ordem era essa: Ely/Lembert, Luiz Ary Muller/Winetou Zambon, Schmitz/Grendene, Luiz Paré/Régis Nardi, Mueller/Aldado, Fossá/Silveira, José Brezolin/Antônio Ody, Evaldo Quadrado/Rosito, Itacir Gasparotto/Rommel Pretto, Soares/Fornari. A segunda passagem tinha Schmitz na ponta e na seguinte era a vez de Mueller puxar o pelotão.

Mueller se manteve na liderança até a volta 31 quando teve problemas com a bomba de combustível sendo obrigado a fazer uma parada nos boxes. Assim Schmitz assumiu a ponta novamente, sendo eventualmente ameaçado pelos Gols de Ely/Lembert e Brezolin/Ody. Com exceção da parada normal para reabastecimento e troca de pilotos, o Passat #40, muito bem prepadado pelo Romeu Franzoni, manteve a liderança até a última volta, a 166ª, quando Pedro Grendene completou os 500 km em 3h44min42s com tranquilas 10 voltas sobre o segundo colocado, o Passat #27 de Mueller/Aldado, que fez uma recuperação espetacular, após alguns problemas, já citados.

O resultado final foi esse:
1º - Passat #40 - Schmitz/Grendene - Pareci/Grendene - 166v;
2º - Passat #27 - Mueller/Aldado - Brasilimpex - 156v;
3º - Fiat 147 #9 - Quadrado/Rosito - Ritmo/Aerolineas Argentinas - 155v;
4º - Chevette #5 - João C. de Andrade/Darci Benini - Canudense - 154v;
5º - Passat #33 - Zambon/Muller - 154v;
6º - Gol #10 - Ely/Lembert - 153v;
7º - Maverick #98 - Wilson da Silva/Benoni de Carvalho - Hennemann - 151v;
8º - Fiat 147 #2 - Luiz Carlos Ribas/Glênio Fernandes - Orbram/Sandiz - 151v;
9º - Chevette #11 - João Batista Sant'anna/João Farneda - Madruga - 150v;
10º - Passat #8 - Paré/Nardi - Paré/Trevi Toldos - 150v.

Abaixo algumas imagens daquela prova mostrando a largada, o momento do reabastecimento do líder, algumas disputas e a bandeirada da vitória.



Ao término do ano, Roberto Schmitz teve, novamente, de fazer um pit stop nas competições. Vocês saberão mais sobre seu retorno em breve.

Fonte das imagens: arquivo Roberto Schmitz.