
sábado, 29 de maio de 2010
Velocidade no Tarumã

A primeira da Fórmula Ford

quinta-feira, 27 de maio de 2010
12 Horas de Goiânia - 1983

Valeu, Renato!
Fonte da imagem: arquivo Renato Pastro - revista Auto Esporte.
terça-feira, 25 de maio de 2010
A Deka do Petry
Recebo e-mail do "Chico" de Taquara, assíduo frequentador do blog, que enviou um registro do piloto daquela cidade, o Carlos Alberto Petry. Pelo visto foi o próprio "Chico" que fez a foto, em Tarumã, quando Petry se preparava para uma prova de 500 km ou 12 Horas. O carro era um DKW, que já havia aparecido por aqui em outra oportunidade, quando falavamos sobre o "Sapinho". O que eu não sabia é que a Deka tinha sido comprada do Paulo Hoerlle naquele mesmo ano. Petry e Hoerlle correram juntos por diversas vezes, com Passat e Fiat, tendo vencido as 12 Horas de Goiânia em 1983, tendo o Antônio Fornari também na pilotagem do 147 #99.
Faz tempo que não tenho notícias do Petry. Se alguém tiver algum contato com ele, me avise.
Valeu, "Chico"!

Fonte da imagem: arquivo Francisco Souza.
domingo, 23 de maio de 2010
Desafio da Semana

sábado, 22 de maio de 2010
A última do Catharino
A prova era a Mil Milhas Brasileiras de 1965 em Interlagos. A carretera #2 repousava na Curva da Ferradura por causa da quebra do setor de direção, quando tinha Vitório ao volante, já na parte da manhã. Aquela prova teve a largada às 22:30 do dia 27 de Novembro de 1965. A vitória coube a um considerado azarão, a carretera dos paulistas Vitorio Azzalin Filho e Justino de Maio, completando 201 voltas em 14 horas e 59 minutos de prova. O Carlos de Paula já falou em detalhes sobre essa corrida, vejam clicando aqui.
Ah, a imagem abaixo, foi passada ao Rui por ninguém menos do que o próprio Vitório Azzalin Filho!
Valeu, pessoal!
Fonte da imagem; arquivo Rui Amaral Lemos Júnior.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
João Campos
Pesquei dois muitos bons, clicados pelo nosso "piloto de aparelho", Vilsom Barbosa, o Lambe-Lambe.
O primeiro registro é da Copa Fiat 147, em Guaporé, 1982. Joãozinho vai à frente no carro amarelo, seguido pelos dois da Taurus, Renato Conill e Jackson Lambert, o vermelho do Antônio Jorge Schilling, tendo mais atrás do Luiz Ernani Mello no #37. O segundo registro é do inesquecível Campeonato Regional de Turismo de 1987. A data, 26 de Abril é da etapa de abertura daquela temporada. João correu em dupla com Ronaldo Ely e travou uma forte disputa com o Uno #64 de "Chico" Bala e Eduardo Fagundes. O Escort #11 venceu a prova, mas foi desclassificado, dando a vitória ao carro da Fiat.

domingo, 16 de maio de 2010
Desafio da Semana
sábado, 15 de maio de 2010
Rosito no kart
O Cezar Pegoraro respondeu o seguinte: "RAFFAELE ROSITO NETO. Kartódromo de Tarumã, 1967. 2 horas de Tarumã. Categoria 200cc. Preparador: Adalberto de Moraes, Co-piloto: Cezar Pegoraro."
Como é que ele iria esquecer, não é mesmo? Afinal a carreira do "Bocão" começou no Kartódromo de Tarumã um ano antes.
De acordo com o registro, Rosito concluiu a prova, que era válida pelo Campeonato Brasileiro, na 18ª colocação.

Naquele mesmo ano, Rosito já corria na Fórmula -Vê, nas provas disputadas no Rio e em São Paulo.
Agradeço ao Borg pelo material e ao "Bocão" pela participação.
Fonte da imagem: revista Auto Esporte - arquivo Luiz Borgmann.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Interlagos, 70 Anos
Aqui no blog muita gente já contou algum "causo" que se passou por lá. Escolhi um que acho sensacional, contado pelo seu próprio protagonista, Antônio João Freire. A história foi publicada no dia 20 de Agosto de 2008. Vale a pena ler de novo.
"A última prova do Campeonato Brasileiro de Fiat de 1980, em Interlagos, debaixo da maior chuva, foi, talvez, a prova que me deu a maior satisfação entre todas que disputei. Os envolvimentos pré prova já eram bastante emocionais, o campeonato finalizava, o Paternostro liderava e eu, para conquistá-lo, precisava vencer e torcer para que o mesmo não se classificasse entre os nove primeiros colocados. Isto já era quase impossível pela qualidade deste piloto e se tornava ainda mais distante pelo fato da sua equipe, a Milano, alinhar praticamente uma “ esquadrilha “ de carros brancos oficiais e alguns agregados paulistas, naturalmente mais simpáticos aos representantes da casa do que a “esses gaúchos metidos“. Fui, então, para São Paulo pensando em me despedir em grande estilo, percebendo que alguns sinais estavam sendo dados de que a Jardim Itália iria encerrar por ali a sua gloriosa participação nos campeonatos Fiat.
Marcamos a pole position no sábado, com três carros da Milano logo atrás (Áttila, Pater e Coelho), dois cariocas (Telmo Maia e Murilo Pilotto) e mais dois agregados da Milano, Hélio Matheus e Ana Lucia Walker, que colocara tempo em um bando de barbados. No domingo alinhamos com o mesmo acerto do sábado, torcendo que a chuva não viesse. Esta decisão se mostrou um erro. Pater sumiu na frente e eu lutei ferozmente para me manter na pista, já que o meu carro, com a suspensão dura, estava quase inguiável. Por sorte o Áttila se enredou nas telas de proteção da curva do Sargento (quanto a este fato, um detalhe curioso: quando a chuva começou forte antes da largada, o alemão, como era o seu estilo, veio no nosso box fazer um pouco de pressão: “agora é que vamos ver quem é piloto ou não. Vocês sabem: a chuva separa as homens das crianças“). Confesso que ao passar por ele naquela curva e vê-lo, todo atrapalhado e molhado, tentando desenredar o seu carro, debaixo daquele toró, quase parei para dar uma gozada nele. Ali estava um “adulto” em maus lençóis, enquanto as “crianças” continuavam brincando debaixo da chuva ... Mas, a situação estava tão preta que mandava a prudência deixar a gozação para depois e torcer que a primeira bateria acabasse logo. Cheguei em terceiro a nove segundos do Pater, o que representava uma enormidade em termos de tempo.
No intervalo de uma bateria para outra resolvemos fazer uma mudança radical na suspensão: trocamos os amortecedores por outros bem moles, as quatro rodas, que tinham um descentramento diferente do que as que todo mundo usava, foram substituídas, e diminuímos a pressão dos pneus pela metade. Enquanto estávamos ali naquele afã, correndo contra o tempo para colocar o carro em condições para a segunda bateria, recebemos a visitinha agradável do Pater e demais pilotos da Milano que, no mesmo tom do Áttila, vieram questionar o “chapéu” que nós tínhamos levado na chuva. Não faltou dizer que na chuva os motores do Clóvis de Moraes e do Mario Rambo não tinham como nos ajudar. Na chuva era o piloto que fazia a diferença, blá, blá, blá, blá.
Saí para a segunda bateria com a moral muito baixa, mas a medida que ia fazendo a volta de alinhamento comecei a perceber que algo havia mudado: o carro estava grudado no chão, passava pelas grandes poças d'água como se estivesse no seco, nem parecia o mesmo da primeira bateria. Não era mais um Fiat, era um Galaxie! Cheguei no alinhamento com um sorriso no rosto. Quando o Clóvis e o Mário chegaram na linha da largada e perguntaram como estava o carro, eu lhes disse em alto e bom som: “vou ganhar a corrida, assistam!“. Não deu outra, enquanto os demais pilotos procuravam as partes externas da pista para fugir do acúmulo de água, eu passava por dentro das mesmas de pé embaixo e o carro nem mexia! Fui passando um a um, quando chegou na curva do Sol, só tinha o Pater na minha frente. Ele fez a curva pelo meio da pista, tentando aproveitar a parte mais seca da mesma e deixando a parte interna para mim, na expectativa que eu arriscasse e me desse mal. Meti por dentro, passei como se estivesse no seco e dei bye bye a ele (vejam na foto em anexo, o exato momento da ultrapassagem). Fui colocando mais de um segundo por volta nele, ele saiu do meu retrovisor, foi diminuindo de tamanho, curva a curva, até que eu não consegui mais vê-lo atrás de mim. Eu falava sozinho dentro do carro: “capricha, capricha, capricha “, “acelera, acelera, acelera “ , “a prova é tua“, “quem é criança?" “ACELERA !!!“. Foram 14 segundos que eu devolvi a ele, a prova estava ganha!

O prazer não acabou aí, valeu mais a nova visita deles ao nosso box e a pergunta que fizeram ao Clóvis: “o que tu fez com o carro do Janjão? Mágica? Conta!“. E o Clóvis: “tu sabes, na chuva o piloto...“ e encerrou com um sorrisinho maroto no rosto.
Perdi um campeonato cheio de incidentes e acidentes mas aquela faixa de campeão levou um carimbo gaúcho. Para sempre.
Um abraço,
Janjão"
Parabéns, Interlagos! Quantas alegrias eu mesmo já vivi aí... Vida longa e pé na tábua!
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Uma família com a velocidade nas veias
O desfecho dessa iniciativa já se sabe. Por anos e anos, a Speed 1600 alinhou em torno de 40 carros por prova.
Foi na Speed 1600 que o filho de Arnaldo, Luciano Fossá, fez sua estreia no automobilismo. Nesta ocasião, Arnaldo passou a ser o chefe de equipe do filho. Abaixo um belo registro de Luciano ao volante, em Tarumã, 1990, sendo seguido por Vicente Daudt, "Paulinho" dos Santos, Roberto Lacombe, João da Silva, Luiz Carlos Paré Rodrigues e José Bergamini.


Anos depois foi a vez do filho de Luciano, Patrick, também fazer sua estreia nas pistas, no kart cadet.

A família Fossá voltou às pistas há poucos anos nas provas da Fórmula Classic. O antigo Hot Car foi novamente preparado para vencer e vem fazendo bonito em suas apresentações. Para esse ano, a expectativa e que Arnaldo e Luciano participem com dois carros na categoria. Quem quiser conferir, é só ir ao Tarumã no próximo dia 30 de Maio, dia da abertura do campeonato.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Uma luz no fim do túnel
"CRIADA A COPA LOJAS BENOIT DE FÓRMULA 1.6
A rede de lojas Benoit, de Lajeado, com atuação nos três estados do sul, confirma apoio para a Formula 1.6.
Com a entrada da Scuderia Macchina, do piloto Marcelo Valenti na categoria Fórmula 1.6 a partir deste ano, a rede de Lojas Benoit, patrocinador de longa data da equipe, passa a apoiar o certame.
Por se tratar de uma categoria regional de monopostos, a Fórmula 1.6 representa o próximo passo para pilotos vindos do kartismo. A intenção da rede de lojas é incentivar esta migração, fomentando as divisões de base e fortalecendo o já tradicional automobilismo gaúcho.
Com o respaldo de uma empresa de credibilidade no mercado como as Lojas Benoit, espera-se que outras empresas vejam o excelente retorno que o automobilismo gaúcho pode proporcionar.
As Lojas Benoit premiarão os campeões das categorias A e B com um valor que será revertido em crédito na rede. Também serão sorteados três prêmios em crédito para os demais pilotos que competirem em pelos menos 75% das etapas."

Legal a notícia! Tomara que dê um bom resultado e que motive outras empresas a apoiarem o automobilismo. As disputas na categoria são sempre muito boas e com um grid melhor a tendência é que mais incentivadores apareçam.
Vamos aguardar a próxima prova e torcer pelo sucesso da simpática categoria.
Valeu, Carlos!
Fonte da imagem: arquivo pessoal.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Na carona das carreteiras
Quem enviou foi o líder da turma, Roberto Giordani.





Ah, só agora lembrei de informar que os Jurássicos podem ser encontrados no próprio blog, criado pelo Betho Giordani. Além de histórias, lá vocês encontram discussões sobre Fórmula 1, curiosidades e muito mais. Confiram clicando aqui.
Parabéns á turma pela matéria!
Fonte das imagens: jornal Zero Hora.
domingo, 9 de maio de 2010
Desafio da Semana
sábado, 8 de maio de 2010
Brasileiro de Kart - 1982

Romanello acabou como campeão e Mehry Neto foi o vice. Gasparotto ainda lembra dos detalhes da competição. Fala aí, Gian!
"Nessa prova largamos em último (e naquela época eram um monte...sei lá...uns 15) e chegamos em 5º. Sofri um acidente - capotei o Kart! - na tomada e o time trabalhou muito - mérito para o Arlindo Schunk Filho - para podermos alinhar no grid com um chassis reserva. Sem contar que fui hospitalizado com suspeita de ruptura no baço e meu velho foi meu buscar na madrugada pra poder correr de manhã, fugido do hospital. Loucura total.
Também foi nesse campeonato que teve aquele grid estelar com Senna, Sala, Neco e Pupo, lembra?"
Gian, continua...
"Depois daquele campeonato travamos corridas sensacionais aqui. Naquele ano a Maria Cristina Rosito também foi campeã brasileira - novatos. Era uma grid "duca" aqui. Além de nós (Gustavo, Cristina), tinha o Eduar, que é paranaense, mas competia aqui, o Duda, o Chico Bala, o Leonel, que corria de Fórmula mas também batia uma bolinha lá no kartódromo, o Cruz, o Gerson Morschembacher (sempre forte), o Anor, o Waldir Buneder, o Alexandre Moeller, da Cautol. Sem falar nos bastidores com o Osvaldinho, o Capitão Caverna (sabia que fui eu quem o apelidou?), o Neco, o Rosito, o Moro, o velho Romanello (uma figura!)... Bah, me arrisco a dizer que o kartismo nunca foi tão forte quanto aquele início dos 80s.
Depois íamos todos pro alambrado ver os D3 do Bocão e do Pilau, os Fiats do Conill, do Janjão, do Quadrado, dos Hoerlle ou as Fórmulas castelhanas, mas não tão bonitas quanto a do Leonel.
Se não me engano foi naquele ano que o Egon foi campeão com o carro da LEE, junto com o Bruxel.
Saudades é pouco..."
Legal demais esse depoimento, Gian. Valeu!
Fonte das imagens: http://www.scuderiabrazil.blogspot.com/ e arquivo Giancarlo Gasparotto.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Vai com Deus, Romeu
Numa das minhas idas ao programa Bate Roda, encontrei o Romeu lá, que sentou ao meu lado e me disse que tem um filho de nome Leandro. Acredito que seja ele que o acompanhava sempre nas provas.
O "Castrinho" também me contou várias histórias engraçadas envolvendo o Romeu, mas um dia eu conto. O piloto foi um dos tantos que teve seu carro sob cuidados dele. Abaixo vemos a Brasília do Aroldo Bauermann, com o nome do preparador no vidro da barata.

Fonte da imagem: revista Auto Esporte
terça-feira, 4 de maio de 2010
Braço Morto
Fonte da imagem: arquivo Manoel Marques.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Fórmula Ford - Interlagos - 1984

domingo, 2 de maio de 2010
Desafio da Semana

sábado, 1 de maio de 2010
João Zazycki
"Olá Sanco, conheci teu Blog através de um conhecido aqui de Livramento. Meu pai se dedicou ao automobilismo por quase trinta anos de sua vida. Seu nome é João Zazycki, ele mora aqui em Sant'Ana do Livramento/RS, foi presidente do Auto Moto Clube Rivera Livramento por muitos anos. "Correu" ao lado de muitos grandes pilotos da época, como Catharino Andreatta, Breno Fornari, dentre outros, bem como participou da inauguração de muitos autódromos, como por exemplo o de Tarumã, em 1970 e o de El Pinar em Montevideo.
Percebi que em seu Blog existem muitos registros de "corredores" da época, então resolvi te encaminhar algumas fotos que podem ser úteis ao teu acervo. Temos muito material da época, quero num futuro próximo poder fazer um blog publicando tudo o que temos. Nada mais justo que enaltecer aquele que tanto suou nas pistas do Rio Grande do Sul e Uruguai, e tem muita experiência para passar as novas gerações.
Te encaminho abaixo algumas fotos da época."

Seguindo em outra mensagem, o Rafael passou mais informações:
"Olá Sanco, estou nesse momento com o pai no meu lado e ele me descreverá detalhes dos anos que se dedicou ao automobilismo em pista, porque na verdade ele começou a "correr" em pista livre de terra em 1954.
Bom, ele começou a competir em pista em pela primeira vez em 1963, utilizando-se de um DKW, posteriormente com uma Carretera Ford 1941, a qual participou de muitas provas, dentre elas a inauguração do autódromo de Tarumã em 08/11/1970 e também a inauguração do autódromo de El Pinar em Montevideo, provavelmente no ano 1968, não recorda-se bem da data. Posteriormente participou da prova de reinauguração do El Pinar, utilizando-se de um Maverick quadrijet, em 06/04/1975.
Bom, agora vou descrever abaixo os principais autódromos e competições que paticipou e automóveis que usou.
Automóveis: DKW, Ford Carretera, Maverick, Corcel I, Jaguar, TL, Ferrari, Simca, Fusca, Chevette, Passat, entre outros...
Autódromos no Uruguai: Victor Borrat Fabini, "El Pinar" (Montevideo), Tarariras (em Mello, pista de chão), Paisandu (não recorda o nome do autódromo) Salto (não recorda o nome do autódromo), Tacuarembó (não recorda o nome do autódromo), Artigas (pista de chão), sem falar no Eduardo P. Cabrera onde foi presidente do Auto Moto Clube Rivera Livramento, por 12 anos (1968 à 1970).
Autódromos no Brasil: Tarumã, Guaporé (quando ainda era pista de chão), Caçapava, Bagé, Cachoeira e Santa Cruz (pista de chão).
Participou em competições como: 12 horas de Porto Alegre na Cavalhada, competições de velocidade em rodovias na província de Entre Rios na Argentina ( não recordando os nomes das provas), " Las 19 capitales" no Uruguai (nas rodovias de todo território uruguaio), a Encosta da Serra, a inauguração da BR 290, os primeiros 17km, velocidade livre, dentre outras, senão isso vai virar um jornal!
Bom, acho que conseguimos contar um pouco da história, mas a verdade é que é muita informação para ser passada em poucas linhas, foram muitos anos dedicados ao automobilismo e muita coisa cai no esquecimento! Não podia deixar de citar um fato importante e inédito que aconteceu com ele, foi presidente do Automóvil Clube do Uruguai (órgão máximo do automobilismo uruguaio) por 2 anos, mesmo sendo brasileiro!
Era isso Sanco, vamos manter contato, ele tem muita coisa pra contar ainda, desculpe não mandar mais fotos hoje (temos muitas), mandarei em outras oportunidades.
Um abraços dos amigos,
Rafael e Joao Zazycki"
A carretera do Zazycki é famosa e já tinha aparecido por aqui em outras oportunidades, mas sempre de relance. Na imagem abaixo ela aparece lá atrás junto aos carros que fizeram o desfile dos competidores logo após ser cortada a fita inaugural do autódromo pelo então governador do estado Walter Peracchi Barcellos.

Agradeço a colaboração da família Zazycki. O blog está sempre à disposição.
Fonte das imagens: arquivo família Zazycki e jornal Esporte Motor.











